Mesmo sendo Hetero, por causa da bebida meu colega de quarto me comeu, e gostei - Cap. I



?? Diário de Douglas

Nunca fui popular. Nunca fui o engraçado, nem o mais forte. Eu era aquele garoto que passava pelos corredores da escola tentando não ser notado. Meu corpo crescia devagar, minha voz demorou a engrossar, e enquanto outros já falavam de namoradas e primeiras vezes, eu ainda me escondia atrás dos livros e do computador.

O apelido de “mosca-morta” me acompanhou por anos. Riam da minha timidez, do meu jeito de não encarar nos olhos, das mãos que suavam quando precisava falar em público. Era mais fácil ficar em silêncio. O silêncio era meu escudo, mas também minha prisão.

As piadas eram constantes: me chamavam de virgem, de frouxo, às vezes até insinuavam que eu era gay. Eu não respondia, não tinha coragem. Guardava tudo.

Uma vez, numa festa, achei que finalmente ia provar para mim mesmo que eu era “normal”. Estava com uma garota que parecia interessada, branquinha, cabelos castanhos claros, não era bonita mais simpática e também meio introspectiva feito eu, estávamos conversando e provando as bebidas da festa acabamos nos soltando e em um impulso ela me deu um beijo, então fomos para o segundo andar da casa, onde havia um quarto, entramos trancamos a porta e pela primeira vez me deixei levar, entre beijos e carícias, acabamos nus, eu fiquei paralisado vendo uma mulher peladinha pela primeira vez, seus seios me deixaram com um tesão absurdo, eu apalpava e todo nervoso ficava vislumbrado por tal beleza, rosadinhos seus peitos, uma buceta com um tufo de cabelo, e lindos pezinhos, acho que foi a primeira vez que notei sentir atração por pés, algo que me excitava, só que não sabia o que fazer, ela então tirou uma camisinha da bolsa, eu pelado de pau duro achei maravilhoso ela tocar minha rola, sem falar nada ela foi tentar colocar, mas nisso eu perdi o controle e gozei, o primeiro jato foi na cara dela, direto nos olhos, meu corpo me traiu. O nervosismo foi mais forte do que eu. Antes mesmo de conseguir qualquer coisa, o momento acabou em constrangimento, ela ficou puta, devia estar com muito tesão, e saiu rápido do quarto com a cara toda melada, eu fiquei ali todo envergonhado, sai escondido do local.

Ela não escondeu a frustração. E no dia seguinte, a história já corria pelos corredores. Virei motivo de piada, de riso abafado, de comentários maldosos. O que deveria ter sido um passo adiante virou mais uma marca de vergonha. Nunca mais tive coragem de chegar em outra menina.

Quando terminei o ensino médio, ainda era virgem. Isso pesava em mim como um segredo vergonhoso. Os amigos da turma inventam histórias, falam das conquistas deles. Eu apenas sorria e fingia entender. No fundo, me sentia pequeno, atrasado, fora do jogo.

Na minha cidade, ser homem significava provar algo cedo. Eu falhei nesse teste.

Entrar na faculdade foi a primeira grande libertação. Longe da pequena cidade, longe dos olhares que me julgavam, pude respirar. Na república, vivi meus primeiros choques de convivência: dividir quarto, banheiro, rotina. O improviso das madrugadas, as conversas longas depois da cerveja, o barulho da vida universitária.

Foi ali que comecei a descobrir partes de mim que eu nunca tinha coragem de olhar de frente.

Numa dessas noites de cerveja barata, acabei dividindo a mesma cama com um dos colegas da república. A bebida deixou tudo mais solto, e o silêncio da madrugada parecia esconder o que não ousamos dizer.

Primeiro foram risadas, provocações bobas, depois um toque que demorou mais que o normal. Eu não sabia se queria recuar ou avançar, nunca me vi como gay ou desejando outro homem A curiosidade venceu o medo. Ele percebeu meu nervosismo, mas não zombou — pelo contrário, guiou meus gestos, deixou que eu experimentasse.

Naquela cama apertada, senti pela primeira vez como era atravessar a linha do desejo sem pedir permissão. Não havia rótulo, não havia explicação. Só a sensação de que meu corpo, finalmente, estava sendo escutado.

Ao deitarmos na cama estávamos de cueca, ele me abraçou por trás, eu meio que pedia ele pra sair, mas sem muita atitude, notei seu pau duro me cutucando, confesso que o contato de pele com outra pessoa me deixava confortável,         e meu colega safado ele tinha certeza do que queria, e minha falta de vontade em recusar ter ele me tocando não passava muita credibilidade. Ele beijava meu pescoço, eu arrepiado, todo mole nas mãos daquele macho safado, me sarrando, até que sinto, quando me dei conta, eu estava esfregando minha bunda em seu cacete, gemendo feito mulher de olhos fechados e implorando por contato e ser usado por aquele safado.

Ele deitou em cima de mim, tiramos nossas cuecas, seu pau roçava minha bunda, ele me apertava eu me entregava muito, parecia que sempre fazia assim, mas foi minha primeira vez, só quem já viveu o isolamento sabe que tesão é alguém te usando, conduzindo, direcionando, te fodendo.

Nossa eu todo arrepiado, seu pau esfregando na minha bundinha, até que ele se vira, e manda eu cair de boca, eu fiquei de ladinho chupando, beijando, alisando, passando a lingua em toda extensão do cacete, ele falava putarias, que eu seria sua menina, que agora eu tinha dono, que seria sua putinha sempre, eu nem pensava só respondia e chupava, ele foi me puxando, até que minha bundinha ficou a disposição da sua mão, levando palmadinhas, dedadas no cuzinho, então comecei a sentir seu cacete pulsar ele segurou minha cabeça e socou mais forte, senti leite invadindo minha boca, e um urro forte, caralho, eu não sabia o que fazer, o leite escorria da minha boca, fiquei meio sem ar, ele me soltou e fiquei olhando ele com um certo receio por ter feito algo que nunca imaginei, ele deitado com os olhos fechados e aquele cacete tudo esporrado, eu sem saber o que fazer, de pau duríssimo, sentei na beira da cama, e fiquei calado só tentando processar minha atitude, até que ele após esse silêncio, soltou:

Nossa minha delícia, que chupada foi essa, vou querer outras, todo dia. Caralho que boquinha deliciosa.

Foi levantando, chegando perto de mim, segurando minha cabeça e me fazendo beijar seus peitos, sua barriga, até chegar no pau novamente, lambi, beijei, e já estava ficando duro novamente, então foi me virando, me colocando de quatro, quando percebi o que iria acontecer eu tentei argumentar, mas meu novo dono só falava,: Relaxa, vai adorar, vai viciar, vai passar a pedir, sentia suas mãos em minha cintura,seu pau pincelando meu cuzinho, nossa ele me deixava de um jeito que eu nem conseguia respirar de tanto tesão. Então ele afastou e ouvi a gaveta do móvel se abrir, e logo em seguida um gel geladinho ser derramado na minha bundinha, e logo a cabeça do pau tentando abrir caminho, confesso que me sentia uma menininha, todo abertinho esperando ser deflorada, ele enfiava um pouco eu gemia de dor, ele parava e tirava, colocava mais gel, metia mais um pouco e tirava, nesse ritual eu comecei a falar alto, para tá doendo demais, para por favor.

Oh minha putinha safada, já tá tudo dentro, coloque a mão e veja você mesma minha menina.

Quando senti estava tudo atolado, sentindo seus pentelhos, quando comecei a acostumar ele foi se jogando em cima de mim, eu deitado com meu pau furando a cama de tão duro, ele em cima de mim com seu cacete espetado no meu rabinho, lambendo minha orelha, mordendo meus ombros, caralho que tesão, que loucura, que prazer absurdo eu sentia.

Então eu totalmente passivo, totalmente submisso, totalmente entregue e dominado, comecei a rebolar um pouquinho empurrando minha bundinha de encontro com o cacete do meu novo prazer, do meu novo jeito de me sentir querido por alguém, logo ele começou a meter, nossa era prazeroso demais, socava, metia, batia na minha bunda, puxava meu cabelo, enfiava os dedos na minha boca, eu sentia a fricção do cacete no meu rabinho, sentia a cabeça batendo lá no fundo, não tenho ideia de quanto tempo passou, só senti meu corpo tremer e eu gemendo que estava gozando, meu cu parecia que iria cortar sua rola de tanto que ela ficava pulsando, nessa hora meu novo homem segurou meus ombros e socou forte tudo dentro de mim, chegou a doer, mas injetou leite no corpo inteiro, nossa que loucura foi esse momento, algo indescritível, acho que ele acabou pegando no sono, porque ficou imovel sem falar nada.

Depois caiu de lado já roncando, eu estava elétrico, levantei fui no banheiro, ainda bati mais uma punheta, sentindo meu cuzinho esfarelado, morrendo de vergonha do que havia feito, de tudo que senti, e tanta porra dentro de mim.

Deitei na cama todo tímido, e capotei, acordamos abraçados, eu sem saber onde colocava a cara de vergonha, e ele todo safado, só me disse.

Bom dia minha princesa, vamos brincar demais ainda.

        


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Comentários


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henriquebi Comentou em 29/08/2025

Votado! Delícia mesmo sentir um macho deflorando, conduzindo a passividade.

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roy2 Comentou em 29/08/2025

Conto delicioso, tirou seu cabacinho como tinga que ser, delicia!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mesmo sendo Hetero, por causa da bebida meu colega de quarto me comeu, e gostei - Cap. I

Codigo do conto:
241188

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/08/2025

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