A Pegadinha da Mãe safada - Parte 1



Carlos estava sentado na sala assistindo televisão quando ouviu a campainha tocar.
Sua esposa Mariana havia saído mais cedo para fazer compras e sua filha Julia, uma jovem de vinte e dois anos, estava no quarto.
Ele levantou para atender, pensando que poderia ser alguma encomenda.
Ao abrir a porta, dois homens encapuzados entraram rapidamente, empurrando-o para dentro. Carlos sentiu o coração acelerar, mas antes que pudesse reagir, ouviu uma risada familiar vindo de trás dos homens. Mariana entrou pela porta, sorrindo maliciosamente.
"Surpresa, amor," ela disse, tirando o capuz de um dos homens, que na verdade era seu primo Roberto. "E este é o amigo dele, Lucas. Planejei isso há semanas."
Carlos ficou confuso, olhando para a esposa.

"Mas o que... por que estão vestidos assim?"
"É uma fantasia," Mariana explicou, aproximando-se e beijando o marido. "Sempre quis ver você e nossa filha em uma situação... excitante. Os meninos vão fingir ser assaltantes, mas é tudo brincadeira. Julia já está por dentro, ela topou."
Naquele momento, Julia saiu do quarto, também usando uma máscara, mas rapidamente a removeu, sorrindo para o pai. "Oi, papai. Surpresa!"
Carlos não sabia se ria ou ficava chocado. "Vocês estão falando sério? Isso é... inesperado."
"Relaxa, amor," Mariana acariciou o rosto dele. "É só diversão. E eu quero ver vocês dois juntos. Sempre tive essa fantasia."
Roberto e Lucas, agora sorrindo amigavelmente, apesar das roupas escuras, posicionaram-se perto da porta. "Podemos começar?" perguntou Roberto. "A tia Mariana pagou bem para a gente participar dessa brincadeira."
"Primeiro," Mariana comandou, assumindo uma postura dominadora que Carlos raramente via, "todos têm que ficar pelados. É a regra do jogo. Vamos fingir que vocês são reféns e têm que obedecer."
Julia começou a se despir primeiro, puxando a blusa pelo corpo revelando seios firmes e redondos. Carlos olhou para a filha, sentindo uma mistura de constrangimento e excitação que não esperava. Quando ela baixou a calcinha, revelando uma buceta lisa e rosada, perfeitamente depilada, ele sentiu o pau endurecer involuntariamente.
"Nossa, filha," ele murmurou, sem conseguir desviar o olhar.
"Gostou do que vê, papai?" Julia provocou, passando as mãos pelo corpo nu. "A mamãe disse que você tem um pau grande. Quero ver."
Mariana já estava nua, seus seios maduros balançando enquanto se aproximava do marido. "Tira a roupa, Carlos. Mostra para nossa filha o que ela vai ganhar."
Carlos hesitou, mas a excitação falou mais alto. Ele tirou a camisa, depois as calças, e quando baixou a cueca, seu pau grande e grosso saltou para fora, já duro e pulsando. Julia arregalou os olhos, mordendo o lábio inferior.
"credo papai," ela suspirou. "É enorme."
"Venha aqui, querida," Mariana chamou a filha, guiando-a até o sofá. "Deita aqui entre nós."
Julia se deitou no sofá, nua e vulnerável, as pernas ligeiramente abertas. Carlos sentou-se de um lado, Mariana do outro. A mãe começou a acariciar os seios da filha, massageando os mamilos até eles ficarem duros.
"Carlos," Mariana ordenou, "olha para a buceta da nossa filha. Não é linda?"
Carlos engoliu seco, seus olhos fixos na vagina rosada de Julia, que brilhava levemente já com excitação. "É... é muito linda," ele admitiu, a voz rouca.
"Toca nela," Mariana insistiu. "Coloca o dedo."
"Mas, Mari..." Carlos protestou fracamente.
"É parte da brincadeira, amor. Sem constrangimentos hoje."
Carlos estendeu a mão trêmula e tocou a coxa interna de Julia, sentindo a pele macia e quente. Ele moveu os dedos para cima, até alcançar os lábios vaginais da filha, que estavam molhados. Quando deslizou um dedo para dentro, Julia gemeu baixinho.
"Papai," ela suspirou, arqueando as costas.
"Não fica preocupada, filha," Carlos disse, a respiração pesada. "É só... só uma brincadeira."
Mariana riu, beijando o pescoço da filha. "Agora eu quero ver você chupar ela, Carlos. Mostra para nossa filha como o pai é bom de língua."
Carlos hesitou, mas a curiosidade e o desejo venceram. Ele se ajoelhou entre as pernas de Julia, abrindo-as mais, e aproximou o rosto daquela buceta perfeita. Quando deu a primeira lambida longa e demorada, o gosto doce e salgado da filha invadiu sua boca, fazendo-o gemer.
ele murmurou contra a carne molhada.
"Gosta, papai?" Julia perguntou, olhando para baixo, vendo o pai entre suas pernas.
"Deliciosa," Carlos respondeu, mergulhando a língua mais fundo, circulando o clitóris e depois entrando no canal apertado.
Mariana observava, uma mão entre suas próprias pernas, se masturbando. "Isso, amor, chupa nossa filha gostoso. Deixa ela louca."
Roberto e Lucas assistiam de perto, também se tocando através das calças. "Posso participar também?" perguntou Lucas.
"Ainda não," Mariana disse. "Primeiro a família se diverte sozinha."
Julia gemia alto, as mãos puxando o cabelo do pai, pressionando seu rosto contra sua buceta. "Papai, que delícia... sua língua é tão quente."
Carlos chupava com vontade agora, esquecendo qualquer constrangimento. Ele alternava entre chupar o clitóris e enfiar a língua profundamente, sentindo a filha tremer de prazer. O gosto dela era viciante, melado e excitante, e ele percebeu que estava amando cada segundo daquilo.
"Quero ver vocês se chuparem," Mariana ordenou, se posicionando sobre o rosto da filha. "Julia, chupa a mamãe enquanto o papai te chupa."
Julia não hesitou. Quando a mãe abaixou sua buceta peluda até sua boca, ela estendeu a língua e começou a lamber, sentindo o sabor maduro e intenso de Mariana. A mãe gemia alto, rebolando no rosto da filha.
"Isso, minha filha, chupa a mamãe... que delícia!"
Carlos olhou para cima, vendo a cena, e seu pau pulsava ainda mais duro. Ele introduziu dois dedos na buceta da filha, enquanto chupava o clitóris, sentindo-a apertar em volta de seus dedos.
"Papai, vou gozar," Julia avisou, a voz abafada pela buceta da mãe.
"Goza, filha," Carlos incentivou, chupando mais rápido. "Goza na boca do papai."
Julia arqueou as costas, um grito abafado saindo enquanto ela gozava intensamente, seu fluido escorrendo para a boca de Carlos, que bebeu tudo avidamente, gemendo de prazer com o gosto da filha.
Mariana também gozou, molhando o rosto de Julia, que lambia e chupava sem parar, degustando a mãe.
"Maravilhoso," Mariana ofegou, se levantando. "Agora quero ver o Carlos comer essa bucetinha gostosa."
Carols se levantou, seu pau enorme balançando, a ponta brilhando com pré-gozo. "Tem certeza, Mari?"
"Com toda certeza, amor. Ela quer. Olha para ela."
Julia estava ofegante, as pernas abertas, a buceta vermelhinha e pulsando. "Por favor, papai," ela implorou. "Quero sentir esse pau grande dentro de mim."
Carlos se posicionou entre as pernas da filha, guiando a cabeça do pau até sua entrada. Ele empurrou devagar, sentindo a buceta apertada e molhada ceder para ele. Julia gemeu alto, sentindo o pai preenchê-la.
papai... é tão grande... tão gostoso!"
Carlos começou a meter, primeiramente devagar, depois aumentando o ritmo. O som de suas bolas batendo na bunda da filha ecoava na sala. Mariana se ajoelhou ao lado, observando o pau do marido entrar e sair da filha.
"Que lindo," ela murmurou. "Fode ela gostoso, amor."
"É... tão apertada," Carlos gemeu, pegando o ritmo, empurrando fundo a cada estocada.
Julia gemia sem parar, as unhas cravando nos braços do pai. "Mais forte, papai... me fode mais forte!"
Carlos aumentou o ritmo, metendo com força agora, sentindo a buceta da filha apertar em volta de seu pau. Ele olhava para o rosto contorcido de prazer de Julia, para seus seios balançando a cada estocada, e sentia que não ia aguentar muito.
"Estou gozando," ele avisou, tentando se segurar.
"Goza dentro, papai," Julia implorou. "Enche minha bucetinha!"
Carlos empurrou fundo, seu corpo inteiro tremendo enquanto jorrava por dentro da filha, gozando intensamente, sentindo a buceta dela pulsar em volta dele, milking seu pau seco.
"Ah, porra... que delícia," ele ofegou, desabando sobre ela.
Mariana aplaudiu, excitada. "Maravilhoso. Agora é minha vez de sentir esse pau."
Mas antes que pudessem continuar, Mariana pegou uma maleta que Roberto trouxera. "Temos brinquedos também. Julia, quer experimentar algo novo?"
Dentro havia um cintarola preto com um pau de borracha grande. Julia arregalou os olhos, mas sorriu. "Vou poder meter na mamãe?"
"Primeiro na mamãe, depois quem sabe no papai," Mariana riu, ajudando a filha a colocar o cintarola.
Julia ficou de pé, o pau de borracha apontando para frente, parecendo estranhamente natural em seu corpo feminino. Ela se aproximou da mãe, que se apoiou no braço do sofá, oferecendo a buceta por trás.
"Mete na mamãe, filha," Mariana pediu, olhando por cima do ombro. "Fode sua mãe gostoso."
Julia guiou o pau de borracha até a entrada da mãe e empurrou, vendo desaparecer dentro da buceta molhada de Mariana. A mãe gemeu alto, rebolando contra a filha.
"Isso, minha filha... mais forte!"
Julia começou a meter, agarrando os quadris da mãe, empurrando o pau de borracha fundo a cada estocada. O som úmido de carne batendo em carne preenchia a sala.
Carlos observava, seu pau já endurecendo novamente. Ele se masturbava lentamente, vendo a filha comer a mãe com o cintarola.
"Quero ver vocês chuparem uma a outtra de novo," ele pediu, se aproximando.
As duas se deitaram no chão em posição 69, Julia por cima, e começaram a se chupar mutuamente enquanto Carlos observava, se masturbando mais rápido. A visão das duas línguas trabalhando nas bucetas uma da outra era demais para ele.
"Deixa eu participar," ele disse, se ajoelhando atrás da filha.
Ele guiou seu pau para a buceta da mãe, que já estava sendo chupada por Julia, e entrou numa velocidade moderada. Mariana gemeu contra a buceta da filha, sendo preenchida pelo marido enquanto chupava a filha.
Os três formavam um trio perfeito de carne e prazer, gemidos misturando-se na sala, enquanto Roberto e Lucas filmavam tudo, também se masturbando e esperando sua vez de participar da festa familiar.


Depois da primeira rodada de prazer, os três estavam ofegantes no chão da sala, o suor brilhando em seus corpos nus. Carlos olhava para a filha e a esposa, ainda incrédulo com o que haviam feito, mas sentindo uma excitação renovada.
"E agora?" perguntou Julia, ainda recuperando o fôlego, o cintarola ao seu lado.
Mariana sorriu para Roberto e Lucas. "Agora os meninos querem diversão também. Não é, garotos?"
Roberto já estava tirando a roupa, revelando um corpo musculoso e um pau duro e grosso, embora menor que o de Carlos. Lucas fez o mesmo, mostrando um pau curto mas muito grosso, com veias saltadas.
"Queremos provar essas duas gostosas," Roberto disse, se aproximando de Mariana. "Começando pela tia."
Mariana riu, ainda de quatro no chão. "Começa pelo meu cu então. Quero sentir esse pauzão no cuzinho."
Roberto se posicionou atrás dela, cuspiu na mão e lubrificou o pau, depois pressionou contra o ânus apertado de Mariana. Ela gemeu, empurrando para trás, recebendo o pau do sobrinho.
"Ah, que delícia... mete fundo, Roberto!"
Carlos observava, sentado no sofá, enquanto Julia se sentava no colo dele, também assistindo a mãe ser penetrada analmente. O pau de Carlos estava duro novamente, pressionando as costas da filha.
"Está gostando de ver, papai?" Julia perguntou, rebolando levemente no colo dele.
"Muito," ele admitiu, beijando o pescoço da filha.
Lucas se aproximou de Julia, oferecendo o pau para ela. "Chupa um pouco, gostosa?"
Julia não hesitou. Ela inclinou-se para frente e engoliu o pau grosso de Lucas, chupando com vontade, fazendo barulhos molhados. Carlos observava por cima do ombro da filha, vendo a boca dela cheia de outro pau, e sentia uma mistura de ciúmes e tesão.
"Quero ver você comer minha filha," Carlos disse para Lucas. "Mas primeiro prepara ela direito."
Lucas se afastou, sorrindo. "De quatro então, gostosa."
Julia se posicionou de quatro no chão, ao lado da mãe que ainda sendo fodida por Roberto. Lucas se ajoelhou atrás dela e começou a lamber seu cu, preparando-a para a penetração. Julia gemia, sentindo a língua quente circular seu ânus.
"Que delícia... lambe mais..."
Depois de alguns minutos, Lucas se levantou e pressionou o pau grosso contra a entrada anal de Julia. Ele empurrou devagar, entrando naquele buraco apertado, enquanto ela gemia alto.
"Papai," ela suspirou, olhando para Carlos. "Estou sendo enrabada... é tão grosso!"
Carlos se masturbava freneticamente, vendo o pau de Lucas desaparecer no cu da filha. "Gostosa, filha? Gosta de ser fodida no cu?"
"Adoro," ela gemeu, rebolando para trás, recebendo mais.
Roberto estava metendo forte no cu de Mariana agora, suas bolas batendo ruidosamente. A mãe gemia sem parar, os seios balançando com cada estocada.
"Me fode, sobrinho... me arromba todo!"
Lucas começou a meter mais rápido em Julia, agarrando seus cabelos puxando para trás, enquanto empurrava fundo. "Que cuzinho apertado... vou gozar logo!"
"Goza dentro do meu cu," Julia pediu. "Enche meu cuzinho de porra!"
Lucas grunhiu, empurrando fundo e ficando parado enquanto jorrava dentro do ânus de Julia, enchendo-a de semente quente. Ao mesmo tempo, Roberto também gozava no cu de Mariana, gemendo alto.
Os dois homens se retiraram, a porra escorrendo dos ânus das duas mulheres, uma visão extremamente erótica para Carlos, que ainda se masturbava.
"Minha vez de novo," Carlos disse, se aproximando da filha. "Mas agora quero essa bucetinha."
Julia se deitou de costas, as pernas abertas, mostrando a buceta vermelha e molhada. "Vem, papai. Quero sentir você de novo."
Carlos se posicionou e entrou na filha num movimento só, fazendo-a gemer alto. Ele começou a meter forte e rápido, sentindo a buceta ainda mais molhada que antes, talvez pela excitação de ver ela sendo fodida por outro.
Mariana se aproximou, observando de perto o pau do marido entrar e sair da filha. "Que delícia ver vocês dois assim," ela murmurou, se masturbando. "Goza na cara dela, amor. Quero ver você cobrir nossa filha de porra."
Carlos acelerou o ritmo, sentindo o orgasmo se aproximar. Ele saiu de repente, guiando o pau até o rosto de Julia, que abriu a boca esperando. Ele gozou intensamente, jorrando cordas grossas de esperma no rosto, nos cabelos e na boca da filha, cobrindo-a completamente.
"Ah, porra... que delícia," ele ofegou, vendo a filha lambendo o esperma que escorria pelo rosto.
Mariana se ajoelhou ao lado da filha, lambendo o esperma do rosto dela, beijando-a e passando o sabor de volta e forth entre elas. A visão das duas compartilhando o gozo dele fez Carlos gemer de satisfação.
"E ainda não acabou," Mariana disse, pegando o cintarola novamente.
"Julia, quero meter em mim de novo
arregalou os olhos.   meu cu é seu
"Por que não, amor? É só diversão. Deixa te comer um pouco."
mas a curiosidade venceu. Ela se deitou de costas, levantando as pernas. , excitada com a ideia, colocou o cintarola e se posicionou entre as pernas
"Vou ser gentil, mamae," ela prometeu, lubrificando o pau de borracha.
Ela pressionou contra o ânus , que gemeu ao sentir a invasão. Devagar, ela entrou, vendo arquear as costas de prazer misturado com dor.
"Está doendo, mae?"
"Não... está bom... continua, filha."
Julia começou a meter devagar, pegando o ritmo, enquanto Mariana se sentava no rosto de Carlos, fazendo ele a chupar novamente.
O trio continuava, agora com a filha dominando a mae, enquanto Roberto e Lucas recuperavam a energia para uma segunda rodada.
A noite ainda era longa, e a pegadinha da Mariana tinha se tornado a fantasia mais realizada da vida daquela família, unindo-os em laços de prazer e tabu que nunca mais seriam esquecidos.
A luz da manhã entrava pelas janelas da sala quando a campainha tocou insistentemente. Mariana abriu os olhos lentamente, ainda nua no chão entre Carlos e Julia. Roberto e Lucas já haviam se vestido silenciosamente durante a madrugada e saído, deixando apenas a família dormindo em meio ao cheiro de sexo que impregnava o ambiente.
"Quem pode ser?" Carlos murmurou, ainda com o pau mole, mas encostado na coxa de Julia.
A campainha tocou novamente, mais insistente. Mariana se levantou, pegando um lençol para cobrir parcialmente o corpo, e foi até a porta. Quando abriu, sua filha mais nova, Amanda, de dezoito anos, entrou com uma expressão confusa.
"Mãe? O que está acontecendo? Por que demorou tanto para abrir?"
Amanda entrou na sala e parou abruptamente. Seus olhos arregalaram ao ver a cena: o pai deitado no sofá, completamente nu, com o pênis ainda parcialmente ereto e visível; Julia, sua irmã, também nua, deitada ao lado dele, com marcas de chupões nos seios; e a mãe segurando apenas um lençol diante do corpo.
credo..." Amanda sussurrou, as bochechas corando intensamente. "O que... o que vocês estavam fazendo?"
Carlos acordou completamente, sentando-se rápido, tentando cobrir o pau com as mãos. "Amanda... querida... nós podemos explicar..."
Julia também acordou, bocejando, sem perceber a situação inicialmente. Quando viu a irmã, seu rosto ficou vermelho. "Amanda! Você chegou mais cedo..."
"Mais cedo do quê?" Amanda perguntou, a voz trêmula, olhando entre os três. "Vocês estão todos... pelados... e o cheiro..."
Ela percebeu então, seus olhos fixando-se no sofá onde havia manchas brancas e o ambiente desarrumado de uma noite de sexo intenso. A compreensão chegou em ondas, seu rosto alternando entre choque e curiosidade.
"Vocês... vocês estavam transando?" ela perguntou, quase num sussurro. "Entre si?"
Mariana se aproximou da filha mais nova, tentando acalmá-la. "Amanda, querida, senta aqui. Precisamos conversar."
"Não quero sentar!" Amanda recuou, mas não correu para a porta. Seus olhos vagavam pelo corpo exposto do pai, depois para a irmã, notando detalhes que ela nunca imaginaria ver. "Isso é... isso é errado, não é?"
"É uma longa história," Carlos disse, finalmente se levantando, sem vergonha do próprio corpo nu. "Nós descobrimos algo... especial. Uma conexão mais profunda."
Amanda olhou para o pau do pai, que ainda estava semi-ereto, e engoliu seco. Ela usava um vestido curto de verão, sandálias, e parecia ter vindo direto de uma festa. "Eu não deveria estar vendo isso..."
Julia se levantou, também nua, e se aproximou da irmã. "Amanda, não vai embora. A gente pode explicar. É... é mais comum do que você pensa. Famílias que se amam de formas diferentes."
"Formas diferentes?" Amanda repetiu, a voz trêmula. "Vocês são pai e filha... e mãe..."
"E somos adultos," Mariana interveio, suavemente. "E consensuais. Ninguém está sendo forçado. Nós apenas... expandimos nosso amor."
Amanda estava parada no meio da sala, indecisa. Parte dela queria correr, outra parte estava curiosa, intrigada com a cena que encontrou. Ela nunca viu sua família assim — tão livres, tão sexuais, tão conectados.
"Eu não sei o que pensar," ela admitiu, olhando para o chão, mas depois desviando o olhar para o corpo da irmã, notando sua buceta ainda vermelhinha e inchada.
"Fica," Carlos pediu, a voz profunda e persuasiva. "Nós te amamos, Amanda. Não queremos esconder nada de você. Talvez... talvez você possa entender. Talvez você possa fazer parte."
"Fazer parte?" Amanda arregalou os olhos, finalmente entendendo a implicação. "Vocês querem que eu... que eu faça isso também? Com vocês?"
"Somente se você quiser," Mariana garantiu, tocando o rosto da filha. "Nunca te forçaríamos. Mas pensa... quantas vezes você se sentiu sozinha? Quantas vezes desejou estar mais conectada conosco?"
Amanda hesitou. Ela tinha seus segredos — suas fantasias durante a masturbação, suas curiosidades sobre o corpo masculino, seu interesse por mulheres também. Mas nunca imaginou que sua família pudesse ser a resposta.
"Eu tenho medo," ela sussurrou, sentindo as lágrimas brotarem. "Tenho medo de doer. De ser estranho."
"Não precisa ter medo," Julia disse, pegando a mão da irmã. "A gente vai ser gentil. Vamos devagar. Só queremos te mostrar o quanto te amamos."
Mariana começou a deslizar as alças do vestido de Amanda pelos ombros. "Deixa a gente cuidar de você, filha. Confia em nós?"
Amanda tremia, mas não resistiu quando a mãe baixou o zíper do vestido. Ela levantou os braços automaticamente, permitindo que o tecido caísse no chão, revelando sua calcinha branca e sutiã de renda.
"Que linda," Carlos murmurou, observando a filha mais nova. "Tão delicada."
"Posso... posso tocar em você?" Julia perguntou, aproximando-se por trás da irmã, envolvendo-a em um abraço pelas costas. Suas mãos cobriram os seios de Amanda por cima do sutiã.
"Está tão nervosa," Julia observou, sentindo o coração acelerado da irmã. "Relaxa, mana. É só amor."
Mariana se ajoelhou, puxando a calcinha de Amanda para baixo, devagar, centímetro por centímetro. A buceta da filha mais nova apareceu — uma franjinha de pelos loiros, lábios internos cor-de-rosa, tudo tão apertado e inocente.
"Que xoxotinha mais linda," Mariana suspirou, beijando a coxa interna de Amanda, fazendo-a gemer baixinho. "Tão perfeita."
"Por favor," Amanda pediu, não sabendo exatamente o que estava pedindo. "Não sei se estou pronta..."
"Pronta sim," Carlos afirmou, se aproximando, seu pau agora completamente duro novamente. "Só precisa confiar. Olha para mim, filha."
Amanda olhou para cima, encontrando os olhos do pai. Ele era tão forte, tão dominador, mas seu olhar era carinhoso. Ela sentiu uma onda de calor entre as pernas, uma excitação que não podia negar.
Julia desfez o sutiã da irmã, liberando seios pequenos e firmes, com mamilos rosados e pequenos. Ela massageou-os suavemente, fazendo Amanda arquear as costas involuntariamente.
"Gostosa?" Julia sussurrou no ouvido da irmã.
"Sim," Amanda admitiu, a vergonha misturando-se com desejo.
Mariana beijou o ventre de Amanda, descendo, descendo, até chegar àquele montinho de veludo. Ela deu um beijo longo na buceta da filha, sentindo o gosto doce e inocente, tão diferente do seu próprio, mas igualmente delicioso.
"Ah!" Amanda exclamou, suas pernas cedendo. Carlos a segurou, sentando-se no sofá e puxando-a para seu colo, de costas para ele, as pernas abertas para a mãe e a irmã.
"Deixa a mamãe chupar você," Carlos orientou, beijando o pescoço de Amanda. "Ela é muito boa nisso. Vai fazer você se sentir no céu."
Mariana mergulhou entre as pernas abertas de Amanda, estendendo a língua e dando uma lambida longa e demorada naquela fenda virgem. Amanda gritou, não de dor, mas de prazer intenso e novo.
"É... é tão bom," ela ofegou, as mãos agarrando os braços do pai que a seguravam.
Julia se posicionou ao lado, observando, masturbando-se lentamente. "Posso ajudar, mamãe?"
"Venha," Mariana convidou, afastando-se brevemente. "Mostra para sua irmã como é bom."
Julia substituiu a mãe, mergulhando a língua na buceta de Amanda com entusiasmo juvenil. Ela chupava o clitóris, enfiava a língua no canal, lambia de baixo para cima, enquanto Mariana chupava os seios da filha mais nova, mordiscando os mamilos com cuidado.
Carlos segurava Amanda firmemente, sentindo o corpo da filha tremer de excitação contra ele. Seu pau duro pressionava as costas dela, e ele rebolava levemente, criando fricção.
"Quer sentir o papai?" ele perguntou, a voz rouca de tesão.
"Sim," Amanda gemeu, perdida no prazer. "Mas... mas sou virgem..."
"Eu sei," Carlos disse, gentilmente se levantando e posicionando Amanda deitada no sofá. "Vou ser cuidadoso. Vou fazer você se sentir completa."
Mariana e Julia se afastaram, observando com expectativa. Carlos se posicionou entre as pernas tremulas de Amanda, guiando a cabeça do pau até sua entrada. Ele estava molhado com o próprio pré-gozo e a excitação dela, facilitando a entrada.
"Olha para mim, filha," ele ordenou, empurrando devagar. "Olha nos olhos do papai quando ele te fizer mulher."
Amanda olhou, suas mãos segurando os ombros largos do pai. Ela sentiu a pressão, a ardência inicial, e depois o prazer crescente quando Carlos entrava, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro, sua virgindade finalmente tomada pelo próprio pai.
"Ah, papai!" ela exclamou, lágrimas de emoção escorrendo. "É... é perfeito!"
"É só o começo," Carlos prometeu, começando a mover os quadris em estocadas lentas e profundas. "O papai vai te ensinar tudo."
Mariana se deitou ao lado da filha, beijando-a profundamente, passando a língua na boca de Amanda enquanto ela era penetrada. Julia se posicionou acima do rosto da irmã, abaixando sua buceta até a boca de Amanda.
"Chupa sua irmã, mana," Julia pediu. "Mostra que você é uma boa putinha da família."
Amanda estendeu a língua timidamente no início, mas logo encontrou o ritmo, lambendo a buceta da irmã com vontade, sentindo o gosto familiar e excitante. Ela estava sendo preenchida em todos os sentidos — o pau do pai em sua buceta, a língua da mãe em sua boca, a buceta da irmã em sua língua.
Carlos aumentou o ritmo, metendo com mais força agora, sentindo a buceta apertada da filha se ajustando ao seu tamanho. "Tão gostosa... tão apertada... meu Deus, Amanda!"
"Goza dentro, amor," Mariana pediu, observando o casal. "Enche nossa filha de porra. Faça ela sentir seu amor."
Carlos empurrou fundo, seu corpo inteiro tremendo enquanto jorrava profundamente dentro de Amanda, enchendo-a com seu semente quente e grossa. Amanda sentiu cada jato, o calor espalhando-se dentro dela, e gozou também, sua primeira vez sendo intensa e profunda, seu corpo convulsionando de prazer.
Eles ficaram ali, abraçados, suados, conectados, enquanto o sol da manhã iluminava completamente a sala, sem mais segredos entre eles, uma família finalmente unida na carne e no espírito, prontos para explorar juntos cada fantasia que surgisse daqui para frente.


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Comentários


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lozo Comentou em 22/09/2026

Delicia, delicia, delicia, conto gostoso demais de ler e muito bem escrito, puro e delicioso tesão do inicio ao fim. Nada melhor do que ter uma família, linda, gostosa e liberal, as emoções sempre são intensas, misturadas com vontades, desejos e muito tesão de sempre inovar, jamais cair na mesmice, que família deliciosa, parabéns. votado e aprovado

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dosul07 Comentou em 22/09/2026

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Nome do conto:
A Pegadinha da Mãe safada - Parte 1

Codigo do conto:
272870

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/09/2026

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