— algumas raspadas, outras com franjas de pelo, outras ainda completamente peladas
— andavam pelos corredores de madeira escura sem nenhum veio de roupa, seus corpos expostos à luz que entrava pelas janelas altas.
A Diretora Helena observava tudo de sua sala no andar superior, através de um espelho unidirecional que dava para o pátio central onde as alunas faziam alongamento todas as manhãs.
Ela sentava em sua poltrona de couro, as pernas cruzadas, um copo de vinho tinto na mão esquerda, enquanto a direita descansava sobre a própria coxa, ocasionalmente deslizando para cima para pressionar sua própria virilha através da saia longa e elegante.
Ela adorava aquela vista
— muitas bucetas expostas, e muitos pares de seios balançando, bundas firmes se movimentando em sincronia durante os exercícios.
"Alunas, atenção!" a instrutora Sônia gritava no pátio.
Sônia era a única que usava roupa durante o dia, um macacão branco justo que marcava seus próprios seios fartos.
"Posição de abertura!"
As jovens se separaram, abrindo as pernas na largura dos ombros, as mãos atrás da cabeça, empurrando os peitos para frente.
A posição expunha completamente suas vulvas para inspeção. Helena apertou os dedos entre as pernas, sentindo a umidade crescente.
Ela sabia que algumas daquelas garotas ainda sentiam vergonha, outras já haviam aceitado completamente sua condição, e algumas poucas
— suas favoritas — secretamente adoravam cada segundo daquela exposição forçada.
Primeira aula do dia
Sônia anunciou. "Sala de treinamento de resistência Movimentem-se
O grupo se dirigiu em fila pelos corredores, seus pés descalços ecoando na madeira. A sala de aula principal era um salão circular com cadeiras especiais
— cada assento tinha um dildo de borracha preto, grosso e longo, preso verticalmente no centro, apontando para cima. Os dildos variavam em tamanho conforme o nível da aluna, mas todos eram substanciais
— nenhum menor que vinte centímetros de comprimento e cinco de diâmetro.
As cadeiras estavam dispostas em círculo, e cada aluna sabia exatamente qual era a sua. Clara, uma ruiva de pele clara e sardas no nariz, hesitou ao chegar na sua cadeira.
O dildo atribuído a ela era particularmente grosso, vinte e cinco centímetros de comprimento e seis de diâmetro, com veias salientes e a ponta arredondada mas larga. Ela tinha sido punida na semana anterior por hesitar durante uma aula de sexo oral, e agora pagava o preço.
"Problema, Clara?"
Sônia perguntou, cruzando os braços.
"Não, instrutora," Clara murmurou, embora seus olhos verdes mostrassem apreensão.
Ela se posicionou sobre a cadeira, segurando o dildo com uma mão para guiá-lo enquanto abaixava o corpo.
A câmera no teto — uma das muitas espalhadas pelo internato — registrava tudo para a biblioteca da diretora. Clara sentiu a ponta pressionar sua entrada, a carne cedendo lentamente enquanto ela se sentava, impalando-se naquele pau de borracha. Ela gemeu baixinho, os olhos fechados, sentindo o dildo entrar, centímetro por centímetro, até que suas nádegas tocaram o assento de madeira, o brinquedo completamente alojado dentro de sua buceta esticada.
"Confortável?" Sônia perguntou sarcasticamente.
"Sim, instrutora," Clara ofegou, sentindo-se cheia demais, o dildo pressionando contra seu colo uterino de forma quase dolorosa.
As outras dezenove alunas fizeram o mesmo. Algumas, como a morena Juliana e a loira Bianca, já estavam tão treinadas que sentaram sem hesitar, seus corpos aceitando os intrusos grossos com facilidade, até mesmo prazer. Outras, como a tímida Fernanda, ainda mostravam desconforto nos olhos, embora seus corpos já estivessem molhados de excitação involuntária.
"Primeiro exercício," Sônia anunciou, pegando um tablet. "Contratações ritmadas. Vocês devem apertar e soltar em sincronia com o metrônomo. Começando... agora."
Um som de tique-taque começou a ecoar pelas paredes. As alunas começaram a exercer seus músculos pélvicos, apertando em torno dos dildos, sentindo a fricção interna. O objetivo era desenvolver a musculatura vaginal para apertar o pau de seus futuros maridos — ou, em alguns casos tradicionais da região, de seus próprios pais, que na cultura local tinham o direito de testar as filhas antes do casamento para garantir que estavam aptas.
Clara gemia a cada contração. O dildo dentro dela era tão grosso que doía, mas ao mesmo tempo, a pressão contra seu ponto G criava ondas de prazer que subiam pela espinha. Ela olhou para as colegas ao redor — Juliana tinha os olhos fechados, um sorriso de êxtase no rosto, claramente gozando silenciosamente enquanto apertava e soltava. Bianca, por outro lado, mantinha os olhos abertos, olhando diretamente para Clara com um olhar provocativo, desafiador, enquanto rebolava levemente no próprio assento, fazendo o dildo se mover dentro dela.
"Segundo exercício," Sônia ordenou após dez minutos. "Levantamento e descida. Quarenta repetições."
As alunas gemeram coletivamente. Isso significava levantar o corpo até que apenas a ponta do dildo permanecesse dentro, depois descer completamente, repetidamente. Clara segurou as laterais da cadeira, suas coxas tremendo enquanto ela levantava o corpo, sentindo o dildo deslizar para fora, seu próprio lubrificante deixando o brinquedo brilhante, e depois descia, sentindo-se sendo fodida por aquele pau artificial enorme.
"Um... dois... três..." Sônia contava.
Ao décimo movimento, Clara não conseguiu mais segurar. Ela gozou, seu corpo convulsionando, a buceta apertando violentamente o dildo enquanto ela descia uma vez mais, empurrando o orgasmo para um nível mais profundo. Ela gritou, não se importando mais com a vergonha, apenas sentindo o prazer tomar conta.
"Você gozou sem permissão, Clara," Sônia observou friamente. "Será punida mais tarde. Continuem, meninas."
A aula continuou por uma hora, até que todas as alunas estivessem ofegantes, suas bucetas vermelhas e sensíveis, algumas tendo gozado múltiplas vezes, outras mantendo controle, outras ainda negando a si mesmas o orgasmo por medo de punição.
Após o almoço — tomado nuas na cantina, sentadas em bancos de madeira sem encosto, suas bucetas pressionando contra a madeira fria — veio a aula de sexo oral. Essa era ministrada na sala de práticas conjugais, um ambiente com espelhos em todas as paredes e camas estreitas alinhadas.
Hoje o foco era técnica anal. Cada aluna recebeu um plug anal de tamanhos variados. As iniciantes, como Fernanda, recebiam plugs pequenos, de dedo. As avançadas, como Juliana, recebiam monstros de dez centímetros de diâmetro.
"O casamento na nossa tradição exige que a esposa seja capaz de receber o marido em todos os orifícios," Sônia explicava, caminhando entre as camas onde as alunas estavam de quatro, apresentando as bundas para o espelho frontal. "Muitos de vocês serão casadas com homens de negócio que viajam e precisam manter sua esposa satisfeita sem risco de gravidez constante. O cu é sagrado nessa tradição."
Ela parou atrás de Fernanda, que tremia visivelmente. "Medo, Fernanda?"
"Sim, instrutora," a morena murmurou. "Dói quando tento..."
"Porque você resiste," Sônia disse, pegando um lubrificante especial da mesa. "Deixa eu mostrar."
A instrutora massageou o ânus apertado de Fernanda, circulando o dedo, aplicando pressão até que o músculo cedesse. Ela introduziu um dedo, depois dois, movendo-os em scissoring para abrir a jovem. Fernanda gemia, o rosto pressionado contra o colchão, não de dor, mas da sensação estranha de invasão.
"O segredo é respirar e empurrar contra," Sônia explicou para a classe. "Veja."
Ela introduziu o plug médio em Fernanda de uma vez só. A aluna gritou, suas unhas cravando no colchão, mas o plug entrou, sua base redonda encaixando-se perfeitamente entre as nádegas, deixando Fernanda cheia de duas formas — o plug no cu e a memória do dildo da manhã ainda em sua buceta.
"Perfeito," Sônia aprovou, dando um tapa leve na bunda de Fernanda. "Agora vocês praticam umas nas outras. Formem duplas."
As alunas se reorganizaram. Clara foi emparelhada com Bianca. A loira sorriu maliciosamente para a ruiva. "Quer que eu te prepare primeiro?"
Clara assentiu, deitando de lado. Bianca se posicionou atrás dela, massageando sua bunda, depois introduzindo os dedos no ânus já relaxado de Clara. "Você está tão aberta já," Bianca observou. "Gosta disso, não gosta? Gosta de ser enrabada?"
"Não fala assim," Clara protestou fracamente, embora seu corpo dissesse o contrário.
Bianca riu, introduzindo um dildo de strap-on que Sônia havia distribuído — menores que os das cadeiras, mas ainda assim substanciais. Ela penetrou Clara devagar, analmente, sentindo a resistência inicial ceder. Clara gemeu, pressionando o rosto contra o peito de Bianca, sentindo-se completamente dominada pela colega.
Ao redor da sala, outras duplas faziam o mesmo. O som de gemidos e da carne batendo em carne preenchia o ar. Juliana estava sobre Fernanda, ensinando-a a relaxar enquanto penetrava sua buceta com um dildo duplo, ambas movendo-se em sincronia.
"Próxima semana," Sônia anunciou enquanto observava as cenas de sexo lésbico intenso, "teremos visitas. Pais de algumas de vocês virão para inspeção final. Espero que estejam prontas para mostrar o que aprenderam."
O anúncio fez algumas alunas gemerem de excitação — aquelas que ansiavam pela aprovação paterna. Outras, como Clara, sentiram um frio na barriga. Seu próprio pai seria um dos visitantes, e ela sabia que ele era exigente, conhecido por testar as filhas de outros na comunidade com rigor extremo.
A noite chegou, e as alunas se dirigiram aos dormitórios coletivos — um grande salão com vinte camas estreitas, sem cortinas, sem privacidade. Mas havia uma regra especial para dormir: antes de deitar, cada aluna tinha que escolher um dildo da parede de brinquedos — havia dezenas, de todos os tamanhos e formatos — e colocá-lo dentro de si mesma para dormir "atolada", como era chamado.
Clara escolheu um dildo curto mas grosso, dezoito centímetros de circunferência. Ela deitou na cama, abriu as pernas, e guiou o brinquedo para dentro, gemendo ao sentir-se cheia novamente. Ao seu lado, Bianca já estava com dois dildos — um na buceta e um no cu — dormindo feliz como um bebê.
A Diretora Helena fez sua ronda noturna, caminhando entre as camas com uma lanterna, verificando se todas estavam devidamente preenchidas. Ela parou na cama de Fernanda, notando que a jovem tinha escolhido um dildo pequeno demais para seus padrões.
"Fernanda," Helena sussurrou, acordando a aluna. "Você está sendo preguiçosa. Troca por um maior. Agora."
Fernanda, sonolenta e submissa, foi até a parede e pegou um dildo de vinte e dois centímetros, quase tão grosso quanto o punho de Helena. Ela voltou para a cama, e com lágrimas nos olhos de antecipação, sentou-se sobre ele, sentindo-se rasgar internamente enquanto o enorme brinquedo entrava. Ela deitou, ofegante, o dildo pulsando dentro dela, e finalmente adormeceu, sendo fodida mesmo em seus sonhos.
Helena sorriu, satisfeita. O internato estava funcionando perfeitamente. Em breve, aquelas jovens seriam as esposas mais desejadas da região — ou as filhas mais obedientes, para aquelas que seguiriam a tradição de servir aos pais após a formatura.
Parte 2: Os Visitantes e as Entregas
O primeiro sábado do mês era sempre especial no Internato de São Benedito. Era o dia das Entregas — quando caminhões da cidade subiam a estrada de terra trazendo suprimentos, e junto com eles, vinham os Aspirantes.
Os Aspirantes eram jovens de famílias tradicionais da região, entre vinte e cinco e trinta anos, que pagavam uma taxa para ter acesso ao internato por um fim de semana. Eles não eram considerados estranhos — eram futuros maridos, irmãos de futuros maridos, ou pais que vinham verificar o progresso de suas filhas. A regra era clara: as alunas deveriam demonstrar tudo o que aprenderam, e os visitantes podiam escolher qualquer uma para testar pessoalmente.
Clara acordou cedo naquele sábado, ainda com o dildo grosso dentro dela da noite. Ela se levantou, sentindo-o deslizar para fora com um som úmido, deixando-a vazia e estranhamente carente. Ela olhou para o espelho do banheiro coletivo enquanto lavava o rosto — sua buceta estava vermelha, inchada, os lábios internos visíveis e sensíveis. Ela estava pronta.
Às nove horas, os primeiros veículos chegaram. As alunas foram instruídas a se alinhar no pátio de recepção, ainda nuas, em posição de atenção. Clara ficou entre Juliana e Bianca, seus corpos bronzeados brilhando sob o sol da manhã.
Os Aspirantes desceram dos caminhões e carros — cerca de quinze homens, todos bem vestidos, cheirando a colônia e cigarros caros. Entre eles estava o pai de Clara, o Senhor Mendes, um homem de cinquenta anos com barriga de cerveja mas olhos afiados que avaliavam cada centímetro das alunas expostas.
"Doutor Mendes," a Diretora Helena o cumprimentou, vestindo um vestido longo vermelho que marcava seus seios fartos. "Sua filha está ansiosa para mostrar seu progresso."
"Espero que sim," Mendes respondeu, seus olhos fixos em Clara, que corou intensamente. "Ela estava tão apertada da última vez que a testei. Espero que tenha aprendido a relaxar."
A primeira parte do dia envolvia as Entregas Simbólicas. As alunas deveriam receber os suprimentos dos homens de formas específicas. Clara foi designada para receber "o pão" — um jovem Aspirante chamado Ricardo se aproximou segurando uma baguete francesa, mas em vez de entregá-la normalmente, ele deveria colocá-la na buceta de Clara.
"Abre bem, querida," Ricardo instruiu, excitado.
Clara se abaixou, abrindo as pernas. Ricardo pressionou a baguete contra sua entrada — o pão era fresco, macio, mas tinha uma crosta crocante. Ele empurrou, e Clara gemeu ao sentir o pão entrando, sendo usada como recipiente humano, seu corpo sendo preparado para receber qualquer coisa. Quando a baguete estava completamente dentro, com apenas a ponta para
fora, ele a quebrou ao meio, deixando Clara com a sensação estranha de estar sendo consumida por dentro.
"Excelente técnica de controle muscular," Ricardo avaliou, retirando o pedaço restante. "Você está aprendendo bem a segurar objetos."
Clara ofegava, a buceta ainda sensível da penetração com o pão. Ela se levantou, sentindo os fragmentos de massa escorrendo de sua entrada, e viu seu pai observando com aprovação distante.
A próxima entrega foi "o leite". Bianca foi designada para essa tarefa. Um Aspirante mais velho, o Senhor Amaral, trouxe um jarro de leite fresco da fazenda vizinha. Mas em vez de beber, ele deveria derramar o líquido sobre o corpo de Bianca e depois lamber.
"De quatro," Amaral ordenou, e Bianca obedeceu prontamente, apoiando as mãos no chão de terra batida do pátio, levantando a bunda em posição de submissão.
Amaral começou derramando o leite frio nas costas de Bianca, deixando escorrer pela coluna até acumular nas curvas de sua bunda. Ele então despejou uma quantidade generosa no cleft entre suas nádegas, observando o líquido branco escorrer sobre seu ânus e pingar em sua buceta. A visão era obscenamente erótica — a pele bronzeada de Bianca contrastando com o leite branco.
"Limpo com a língua," Amaral ordenou, e Bianca sentiu a língua quente do homem lambendo sua coluna, descendo, mordendo suas nádegas, finalmente chegando ao ânus onde o leite se acumulava. Ele chupou o líquido misturado com o suor dela, depois moveu para sua buceta, bebendo o leite que escorria de suas dobras, misturado com seu próprio lubrificante.
Bianca gemia alto, empurrando a bunda contra o rosto dele. "Mais... bebe mais..."
Mas Amaral se afastou, sorrindo. "Ainda não. Primeiro preciso verificar sua capacidade com o equipamento de teste."
Ele apontou para uma mesa onde a Diretora Helena tinha disposto uma coleção de dildos especiais — maiores que os usuais, reservados para os visitantes. Havia um de vinte e cinco centímetros de comprimento e oito de diâmetro, preto e brilhante, com uma base de ventosa.
"Você consegue sentar nesse?" Amaral desafiou.
Bianca olhou para o monstro, sentindo um frio na barriga misturado com excitação. "Consigo, sim, senhor."
Ela se posicionou sobre a mesa, segurando o dildo gigante, alinhando com sua entrada já molhada pelo leite e pela excitação. Ela começou a descer, gemendo enquanto a cabeça grossa abria seu canal. Era visível o esforço — sua buceta se esticando ao redor da circunferência massiva, os lábios se abrindo levemente de dor, mas ela continuou, sentando mais, mais, até que o dildo desapareceu completamente dentro dela, apenas a base visível entre suas pernas.
"Impressionante," Amaral murmurou, se aproximando e tocando a barriga de Bianca, sentindo a protuberância interna do brinquedo. "Você está pronta para qualquer marido."
Enquanto isso, Clara foi chamada por seu pai. O Senhor Mendes a levou para uma das salas de inspeção privativas — um ambiente com espelhos e uma cama estreita. Ele se sentou em uma poltrona, seus olhos avaliando a filha nua de cima a baixo.
"Vire," ele ordenou. "De costas. Abra as pernas."
Clara obedeceu, virando-se e abrindo as pernas, expondo sua buceta vermelha e inchada para o próprio pai. Ela sentia vergonha, mas também uma excitação perversa que não podia negar.
"Estou vendo que você tem sido treinada adequadamente," Mendes comentou, observando a elasticidade evidente de sua filha. "Mas preciso testar pessoalmente. Venha aqui."
Ele abriu a calça, revelando um pau grosso e duro, não tão longo quanto os dildos de treinamento, mas grosso e real, pulsando de excitação. "Sente-se no colo do pai. Vamos ver se você sabe rebolar como uma boa esposa deve."
Clara se aproximou, tremendo. Ela guiou o pau do pai até sua entrada e desceu lentamente, gemendo ao sentir a carne quente preenchendo-a de forma diferente dos brinquedos de borracha. Era quente, vivo, pulsante. Ela começou a mover-se, rebolando no colo dele, sentindo suas mãos grandes agarrarem seus seios por trás.
"Isso," Mendes incentivou, mordendo seu pescoço. "Bem apertadinha. Sua mãe também era assim quando eu a treinei. Você está aprendendo bem a ser puta, filha."
"Obrigada, pai," Clara ofegou, movendo-se mais rápido, sentindo o orgasmo se aproximar.
"Não goze ainda," ele ordenou. "Primeiro vou testar seu outro buraco."
Ele a levantou, virou-a de quatro na cama, e cuspiu em sua bunda, massageando seu ânus. Clara gemeu, sentindo o dedo dele entrando, preparando-a. Depois, ele guiou seu pau molhado com sua própria saliva e o lubrificante de Clara até sua entrada anal, e empurrou.
Clara gritou, não de dor, mas da sensação intensa de ser completamente possuída pelo próprio pai. Ele metia forte, sem piedade, suas bolas batendo contra ela, enquanto agarrava seus cabelos puxando para trás.
"Gosta de ser enrabada pelo pai?" ele grunhiu.
"Gosto... gosto muito," Clara admitiu, sentindo o orgasmo aproximar-se novamente.
Mendes acelerou, gemendo alto, e gozou profundamente no cu da filha, enchendo-a de porra quente. Clara também gozou, seu corpo tremendo, a buceta contraindo em espasmos vazios enquanto seu ânus era inundado.
Eles descansaram por um momento, e então Mendes bateu uma palma. "Agora vamos ver como você recebe as novatas."
Naquela semana, três novas alunas haviam chegado ao internato — todas com vinte e um anos, todas virgens no sistema, todas ainda tímidas sobre a nudez obrigatória. Helena tinha designado Juliana, Bianca e Clara para serem suas "madrinhas de integração", responsáveis por ensinar às novatas os costumes do lugar através de prática direta.
A primeira novata, Luísa, uma morena alta de cabelos cacheados, foi levada ao dormitório especial de integração — uma sala menor com apenas quatro camas. Ela estava tremendo, tentando cobrir o corpo com as mãos, embora soubesse que era proibido.
"Não precisa ter vergonha," Juliana disse suavemente, se aproximando e removendo gentilmente as mãos de Luísa. "Aqui somos todas iguais. Deixa eu te mostrar como relaxamos as novatas."
Bianca e Clara se aproximaram, formando um círculo ao redor de Luísa. As três veteranas começaram a tocar o corpo da novata — acariciando seus seios pequenos e firmes, massageando suas coxas, beijando seu pescoço.
"Deita na cama," Clara ordenou, sua voz ainda rouca da sessão com o pai.
Luísa deitou, as pernas trêmulas. As três se posicionaram — Juliana entre suas pernas, Bianca ao lado chupando seus seios, Clara segurando suas mãos acima da cabeça.
"Primeira lição," Juliana explicou, abrindo as pernas de Luísa. "Você deve aprender a receber prazer de outras mulheres. Seu futuro marido pode ter concubinas, ou você pode ter que servir sua sogra. Precisa saber lidar com bucetas."
Juliana mergulhou a língua na virgem buceta de Luísa, que nunca havia sido tocada por outra pessoa. A novata gritou, arqueando as costas, sentindo a língua quente explorando seus lábios internos, circulando seu clitóris, entrando em seu canal.
"Ah! Meu Deus!" Luísa exclamou, tentando fechar as pernas, mas Bianca segurou firmemente, mordendo seus mamilos para distraí-la da intensidade.
"Relaxa," Clara sussurrou, beijando sua testa. "Deixa a Juliana te mostrar o céu."
Juliana chupava com expertise, alternando entre sugar o clitóris e enfiar a língua profundamente. Ela introduziu um dedo, sentindo a resistência do hímen de Luísa, mas não forçou, apenas massageava a entrada enquanto chupava.
Quando Luísa estava molhada e ofegante, Juliana se afastou e pegou um dildo especial de integração — médio, rosa, com textura de veias. "Agora vamos treinar sua capacidade de receber."
Ela lubrificou o brinquedo na boca e pressionou contra a entrada de Luísa. A novata gemeu, sentindo a invasão, mas as mãos de Clara em seus seios e a boca de Bianca em seus mamilos a distraíam da tensão. Juliana empurrou devagar, até que o dildo estivesse completamente dentro, e então começou a bombear, metendo com ritmo constante.
"Senta nela sozinha," Juliana instruiu, guiando Luísa para se posicionar de quatro sobre o dildo fixo na cama. "Controle o ritmo. Você deve aprender a foder sozinha."
Luísa começou a rebolar, timidamente no início, depois com mais confiança, sentindo o prazer crescer a cada movimento. Ela estava sendo fodida por um brinquedo, mas seu corpo reagia como se fosse real, sua buceta apertando, seu clitóris pulsando.
"Gostosa?" Bianca perguntou, observando a novata perder a inibição.
"Muito," Luísa admitiu, corando, mas não parando de rebolar.
"Segunda lição," Bianca disse, se posicionando na frente de Luísa, abrindo as próprias pernas. "Você deve aprender a chupar enquanto é fodida. Seu marido pode querer que você sirva a amante dele enquanto ele te come."
Bianca puxou a cabeça de Luísa para sua buceta. A novata hesitou, mas o cheiro excitante e a ordem implícita a fizeram estender a língua. Ela começou a lamber, timidamente, copiando o que Juliana havia feito nela, enquanto continuava a rebolar no dildo.
"Excelente," Juliana aprovou, observando a cena. "Agora a terceira lição — capacidade anal."
Juliana pegou um segundo dildo, menor, lubrificado, e se posicionou atrás de Luísa, que ainda estava de quatro chupando Bianca. Sem aviso, ela pressionou contra o ânus apertado da novata.
"Relaxa e empurra contra," Juliana orientou.
Luísa gemeu contra a buceta de Bianca, sentindo o dildo anal entrando, preenchendo-a junto com o outro na buceta. Ela estava duplamente cheia, sendo fodida nos dois buracos enquanto chupava uma terceira pessoa. A sensação era avassaladora, uma sobrecarga de prazer que a fazia ver estrelas.
"Meu Deus... vou gozar... não aguento..." Luísa ofegou.
"Goza," Clara permitiu, observando de perto. "Goza como uma boa putinha do internato."
Luísa gozou, seu primeiro orgasmo no lugar, um evento violento que a fez tremer e gritar, a buceta e o ânus apertando os dildos em espasmos rítmicos. As três veteranas sorriram, satisfeitas. Outra aluna estava sendo integrada com sucesso.
As outras duas novatas — Fernanda (não a mesma Fernanda tímida de antes, mas uma nova loira) e Carolina, uma ruiva — receberam tratamento similar. Fernanda foi treinada por Sônia pessoalmente, a instrutora usando um cintarola duplo para fodê-la na buceta enquanto ordenava que Carolina chupasse o clitóris de Fernanda simultaneamente.
Carolina, por sua vez, foi submetida a um "tratamento de imersão" — amarrada de forma confortável em uma cadeira especial com pernas abertas, enquanto vários dildos de tamanhos crescentes eram introduzidos nela por todo o corpo docente, incluindo a Diretora Helena, que pessoalmente testou sua capacidade oral com um dildo de vinte centímetros que Carolina teve que engolir até a base, provando que podia suprimir o reflexo de vômito para agradar um marido exigente.
Ao final do dia de integração, as três novatas estavam no dormitório principal, dormindo "atoladas" como todas as outras — Luísa com um dildo grosso na buceta e um plug no cu, Fernanda com um modelo em formato de côncavo que pressionava seu ponto G constantemente, e Carolina com um dildo duplo que a mantinha cheia nos dois buracos a noite toda.
A Diretora Helena fez sua ronda, verificando cada uma, e parou na cama de Luísa, acariciando sua testa. "Bem-vinda ao internato, querida," ela sussurrou. "Amanhã começam as aulas avançadas. Vamos ensinar você a usar seu corpo para conseguir o que quiser na vida."
Luísa dormia profundamente, seu corpo finalmente pertencendo ao lugar, treinado, iniciado, pronto para se tornar a putinha perfeita que sua família e futuro marido esperavam.

Conto gostoso demais, muito bem escrito, muito bem ambientado, gostoso de ler e um tema diferente dos demais, parabéns pela criatividade, deveria ter continuação, ser escrito em série, conto muito bom mesmo. votado e aprovado