A cadeira erótica



O mofo na casa da avó tinha cheiro de casca de laranja seca e poeira antiga.
Enquanto a mãe e a irmã vasculhavam as gavetas da penteadeira no andar de cima, Clara preferiu o porão, um compartimento subterrâneo que cheirava a terra úmida e segredos esquecidos. A iluminação vinha apenas de uma lâmpada fraca pendurada por um fio descascado, dançando ao sabor do vento que entrava pela fresta da porta.
Foi no canto mais escuro, sob um lençol encardido e corroído pelas traças, que Clara tropeçou naquilo.
Ao puxar o tecido, um arrepio de excitação subiu por sua espinha, fazendo os pelos do braço se arrepiarem.
O objeto era grande. Uma estrutura robusta de madeira escura, quase preta, polida pelo tempo e pelo uso constante.
Tinha um assento inclinado de forma confortável para o que viria, mas o que realmente a deixou molhada foram as hastes de ferro forjado que saíam dos braços e das pernas da peça.
Eram correias grossas de couro ressecado com fivelas pesadas, além de dois arcos metálicos na altura da cabeça, projetados para prender alguém de forma segura e prazerosa.
A aparência era intensa. Parecia um instrumento erótico do século passado, feito sob medida para subjugar, conter de   uma mulher.
— Mãe! Luiza! Subam aqui agora! — gritou Clara, a voz falhando de espanto.
Segundos depois, os passos apressados ecoaram na escada de madeira.
A mãe, com as mãos sujas de pó, e a irmã, segurando uma lanterna, surgiram no recinto.
— O que foi, Clara? Que escândalo é esse?
— perguntou a mãe, parando bruscamente assim que seus olhos pousaram na engenhoca.
— Mãe… olha isso! — Clara se afastou dois passos, mas seus olhos não saíam das correias.
— Parece uma cadeira… mas com tudo isso aqui de couro grosso e ferro. Isso é pra brincar, né? Tipo… uma cadeira de sexo da avó?
A mãe aproximou-se devagar, franzindo a testa com uma mistura de surpresa e curiosidade. Tocou o couro gasto com a ponta dos dedos, sentindo o tecido macio apesar do tempo.
— Eu nunca vi isso na minha vida… — confessou a mãe, a voz tremendo de tesão.
— Minha mãe nunca falou sobre nada parecido. Mas… olha só isso. Parece perfeito pra gente se divertir juntas. Luiza, traz aquela lanterna aqui.
Luiza soltou uma risada nervosa e excitada. Chegou mais perto, deu um empurrãozinho leve na estrutura e puxou uma das fivelas de ferro com cuidado.
— Deixa de ser dramática, Clara! — debochou Luiza, já sentindo o corpo esquentar.
— Olha aqui, eu sou sua prisioneira agora… mas só se você quiser, né? Alguém me prendeu direitinho e me fode com esse pauzão de 60 cm que a avó deve ter guardado aqui em algum lugar?
Luiza, por outro lado, soltou uma risada nervosa para espantar o clima pesado.
— Deixa de ser dramática, Clara!
— debochou Luiza, sentando-se no assento inclinado. — Olha aqui, sou sua prisioneira! Alguém me resgate dessa cela do século passado!
— Luiza, sai daí! Isso é nojento, é errado!
— protestou Clara, sentindo um estômago embrulhado enquanto a irmã encaixava os braços nos suportes de madeira e fingia estar acorrentada, rindo da cara de terror da irmã.
— Qual é, mãe, me ajuda a prender a Clara aqui! Vamos ver se ela aguenta cinco minutos na cadeira sexual
— brincava Luiza, ajustando as correias sobre os próprios pulsos em tom de deboche.
Enquanto as duas riam da encenação, Clara permanecia paralisada.
A madeira parecia carregar o peso de suspiros antigos, e a visão da irmã brincando com um artefato que exalava cativeiro
Ela não sabia se o objeto era uma peça histórica obscura, um instrumento médico grotesco ou algo genuinamente perverso, mas uma certeza ecoava em sua mente: o passado daquela casa guardava correntes que nenhuma delas era capaz de compreender.
A mãe, ainda com a mão no couro, sentiu um calor subir entre as pernas. Seus olhos brilharam.
— Meninas… isso não é uma cadeira de tortura. É uma cadeira erótica. Olha só o couro grosso, as fivelas… dá pra prender sem apertar demais. E tem um espaço ali embaixo…
— ela apontou para o centro do assento. — Eu sei onde a avó guardava as coisas.
Tem uma caixa debaixo dessa prateleira. Luiza, vai buscar.
Luiza desceu as escadas correndo, voltou com uma caixa de madeira velha.
Dentro, embalados em veludo, havia vários dildos, vibradores, plugues e coleiras de couro.
A mãe pegou o maior: um pauzão preto de 60 cm, bem grosso como a sua mão, veias grandes, cabeça enorme e pesada.
Pesava quase dois quilos.
— Esse aqui…
— murmurou a mãe, passando o dedo na veia grossa.
— 60 cm de dildo.
- serio
Clara, você quer ser a primeira a sentar nele?
As três riram, o clima mudando completamente. Clara se aproximou, coração acelerado de tesão agora.
— Eu quero sim, tia. Mas só se você e a Luiza me ajudarem a prender certinho… sem apertar demais, tá?
A mãe e Luiza sorriram, já tirando a roupa.
As três se jogaram na cadeira. Clara sentou no assento inclinado, as costas apoiadas nos suportes de madeira.
As correias grossas foram enroladas nos pulsos dela com cuidado, fivelas apertadas só o suficiente para ficar firme, sem machucar. Os arcos metálicos na altura da cabeça foram colocados como colar, mas abertos, deixando o cabelo solto.
— Pronto, minha putinha da avó — brincou Luiza, ajustando a última fivela.
— Agora você tá presa pra gente comer esse pauzão de 60 cm.
A mãe se ajoelhou na frente, abriu a boca e lambeu o pauzão inteiro, da cabeça até a base.
— Porra, tia… que grossão… tá doendo gostoso só de olhar.
Luiza tirou a roupa, ficou nua ao lado da irmã.
As duas se beijaram, línguas se enroscando enquanto a mãe lambia o pauzão. Clara sentiu o pauzão pulsar na boca dela.
— Chupa direito, Clara…
— sussurrou a mãe, virando o pauzão para o lado da irmã. — Agora é a vez da Luiza.
Luiza sentou no colo da mãe, empalou o pauzão devagar. Os 60 cm entraram centímetro por centímetro, a cabeça enorme esticando a boceta da Luiza até o limite.
Ela arqueou as costas, gritando de prazer.
— Caralho… tá passando de mim… 60 cm de pura dor prazerosa!
As correias de Clara estalavam suavemente a cada movimento.
A mãe segurava o pauzão com as duas mãos, bombando para cima e para baixo, enquanto Luiza cavalgava sem parar. Clara não conseguia mexer as mãos, então usou a boca e os pés para ajudar: ela chupava a base quando a mãe subia, lambia as bolas pesadas e usava os dedinhos para apertar o clitóris da Luiza.
— Mais fundo, tia… porra, tá rasgando minha boceta gostoso
— gemia Luiza, o corpo inteiro tremendo.
A mãe acelerou, o pauzão 60 cm entrando e saindo com barulho molhado.
Clara soltou um gemido abafado, os olhos revirando de tesão.
A mãe e Luiza se beijaram por cima do pauzão, línguas se encontrando, babando enquanto as duas se tocavam.
— Você tá molhada pra caralho, Luiza — sussurrou a mãe. — Vamos fazer a Clara sentir também.
Elas desceram um pouco o pauzão, tiraram Luiza e posicionaram Clara no colo. O pauzão grosso foi empurrado para dentro dela de uma vez. Clara gritou de prazer, o corpo inteiro convulsionando. Os 60 cm a esticavam toda, a cabeça batendo fundo no útero.
As três riram, suadas, gemendo.
— Isso aqui é o pau da avó que a gente merece — disse Luiza, montando em seguida. — 60 cm pra foder a gente até gozar.
A mãe pegou o controle do vibrador que tinha na caixa e deixou ele na velocidade alta. O pauzão vibrou dentro das três ao mesmo tempo. Clara sentiu o pauzão pulsando na boceta enquanto Luiza cavalgava. Elas se beijavam, se lambiam, se tocavam.
— Eu vou gozar… caralho… — gemeu Clara, os pulsos presos apertando as correias de couro.
A mãe e Luiza gozaram juntas, choramingando o nome da irmã. Clara não aguentou mais. O pauzão vibrou forte, a boceta dela apertando forte. Ela gozou tão forte que as pernas tremeram, o corpo inteiro molhado de suor e gozo.
As três caíram na cadeira, rindo, suadas, satisfeitas. A mãe apertou as correias uma última vez, só para brincar.
— Agora a gente tá presa uma na outra… e essa é a melhor brincadeira da vida.
Luiza lambeu o pauzão ainda duro.
— Amanhã a gente traz ele pra cima, tia. E a gente usa ele com a gente, com amigas, com quem a gente quiser.
Clara sorriu, o coração cheio de tesão.
— 60 cm de putaria consensual… a avó teria adorado.
E ali, presas umas nas outras, elas gozaram mais uma vez, só para se entreter.

A festa na casa da avó explodiu de tesão quando as três garotas, ainda nuas e suadas da cadeira erótica, decidiram chamar a família para continuar a putaria sem limites. Clara, Luiza e a mãe desceram as escadas gritando, o pauzão 60 cm ainda latejando na caixa de madeira, os corpos marcados pelas marcas de couro e suor.
— Vem pra sala, tia! Tem um presente que a avó deixou só pra gente! — gritou Clara, a voz rouca de prazer.
Luiza e a mãe riram, empurrando a cadeira na direção da sala de estar como se fosse uma adaga. A sala estava cheia de poeira, mas o cheiro de sexo antigo misturado com mofo fazia tudo ainda mais quente. Elas se jogaram no sofá velho, pernas abertas, mostrando as bucetas inchadas e brilhantes, pingando gozo antigo.
Segundos depois, a porta da frente abriu e a titia delas entrou. A irmã da mãe, uma mulher safada de 45 anos, corpo cheio de curvas, seios grandes balançando livres, cabelo loiro selvagem. Ela parou no meio da sala, olhos arregalados ao ver as três ninfas da família na cadeira, o pauzão 60 cm brilhando.
— Meu Deus do céu… o que é essa merda? — sussurrou a titia, mas os olhos dela desceram para as bocetas das primas, o clitóris inchado, as coxas molhadas. — Vocês… estão molhadas pra caralho. Isso é o pau da avó mesmo?
A mãe sorriu, lambendo os lábios. — É, tia. A cadeira erótica da vovó. A gente fodeu com ele agora. Quer sentar?
A titia riu, nervosa e excitada. — Porra, sim. Me amarra também.
As quatro se jogaram na cadeira erótica. A titia sentou primeiro, as pernas abertas, e as correias grossas de couro foram apertadas em seus pulsos e tornozelos. Os arcos metálicos na cabeça viraram um colar improvisado, deixando o cabelo solto. As três primas se posicionaram em volta, beijando, lambendo, usando o pauzão 60 cm como brinquedo coletivo.
— Chupa a titia, Luiza — ordenou a mãe, empurrando o pauzão para dentro da boca da priminha. Luiza engoliu metade, babando, garganta inchando. — Agora eu chupo a buceta da tia — respondeu Luiza, virando a cabeça.
As línguas se enroscaram em torno do pauzão, as bocetas se tocando, squirt começando a escorrer pela madeira da cadeira. A titia gemeu alto, o pauzão 60 cm esticando sua buceta, a cabeça enorme batendo no fundo. — Caralho… 60 cm rasgando a gente toda… — gritou ela, gozando pela primeira vez naquela tarde, squirt jorrando na cara da mãe.
A festa ficou louca. Elas trocaram, a mãe sentou no colo da titia, o pauzão entrando e saindo enquanto Luiza chupava as bolas pesadas. Clara ficou presa, usando os pés para cutucar a buceta da titia. — Bebe meu gozo, tia — sussurrou Luiza, empurrando a cabeça da irmã contra a boceta da titia. A titia lambeu, engoliu, gemendo.
Depois de horas, a prima filha da titia apareceu. A menina de 19 anos, prima deles, filha da tia, chegou da faculdade, corpo magro, cabelo cacheado, seios pequenos mas bunda redonda. Ela entrou na sala, viu a cena: as cinco mulheres nuas, o pauzão 60 cm ainda na cadeira, squirt no chão, e parou.
— Que porra é essa? — perguntou, cruzando os braços. — Vocês são parentes! Irmãs, primas, tias… isso é nojento pra caralho. E olha essas bucetas… tem coisa saindo delas? Porrinhas? Isso é horrível! Eu não chupo buceta de ninguém, menos de família. Não rola, eu tô fora.
A mãe, ainda com o pauzão 60 cm na boca, tirou devagar e sorriu. — Prima, depois de tanto tempo de putaria familiar, você não quer? A gente é família, mas fode como se fosse. O pau da vovó une a gente.
A prima fez careta. — Não! Eu não chupo buceta de ninguém, nem de tia, nem de mãe. São nojentos esses gozos saindo da buceta, cheiram a cu e mofo. Eu prefiro o pauzão, mas só se for só pra foder, não pra comer buceta. Vocês são loucas.
Mas a titia, a irmã da mãe, puxou a prima pro colo. — Vem, filha. Olha como é gostoso. A gente só come buceta de mulher, não de homem. E olha esse pauzão… — A prima hesitou, mas o cheiro de sexo dela matou a repulsa. Ela sentou no colo da tia, sem querer, e a titia empurrou o pauzão 60 cm para dentro dela devagar.
— Pronto, prima. Agora você participa.
A festa explodiu de novo. Elas eram cinco. A mãe, a titia, Luiza, Clara e agora a prima. Todas na cadeira erótica, correias apertadas, o pauzão 60 cm rodando entre as bocetas. Elas eram criativas pra caralho. A mãe pegou um pepino grande da cozinha — um daqueles longos, verdes, cheios de sementes, que ela guardava pra fazer suco — e empurrou fundo na buceta da titia enquanto Luiza chupava a base.
— Olha isso, tia — brincou a mãe. — Pepino de 20 cm rasgando sua buceta. Vai squirt mais forte.
A titia gritou, squirt jorrando, molhando o chão. A prima, ainda no colo, segurava o pauzão 60 cm com as mãos presas, lambendo as bolas.
Depois, a abobrinha de 40 cm. Elas foram à cozinha, abriram a geladeira, pegaram a abobrinha mais grossa que encontraram — 40 cm de comprimento, 8 cm de grosso, cheiro de terra e escuridão, guardada há anos. Clara a lavou na pia, a titia passou no pauzão 60 cm, sujando ele de suco da abobrinha.
— Agora a gente faz uma corrida — disse Luiza, rindo. Elas colocaram a abobrinha 40 cm no centro da cadeira, entre as pernas da mãe. A mãe sentou, empalou devagar. A abobrinha entrou, esticando sua buceta até o limite, cabeça batendo fundo.
— Caralho, 40 cm de abobrinha… — gemeu a mãe, arqueando as costas. A titia e Luiza se ajoelharam, lambendo a base, a prima chorando de tesão e nojo misturado, mas lambendo também as bolas.
Elas continuaram usando a cadeira doida da vovó. O pauzão 60 cm e a abobrinha 40 cm rodavam como brinquedos. A mãe montava, squirt jorrando, molhando a prima no colo. A titia pegou o pepino, fodeu a buceta da prima enquanto chupava a base da abobrinha. Luiza e Clara se beijavam, passando o pauzão entre as bocetas, lambendo os gozos.
— Agora squirt pra prima — ordenou a mãe. Elas aceleraram. O pauzão 60 cm e a abobrinha 40 cm pulsando juntas. A mãe gozou forte, squirt jorrando direto na boca da prima. A titia e Luiza gozaram logo depois, squirt molhando o chão. A prima engoliu tudo, olhos vidrados, corpo tremendo.
— Tá bom… só dessa vez… — murmurou a prima, voz rouca. — Mas amanhã eu trago mais coisas da cozinha.
A festa continuou na cadeira erótica. Elas inventaram mais: um rolo de papel toalha molhado com leite da geladeira, usado como plugue na buceta da prima. Um saco de feijão da cozinha, cheio, usado como peso nas costas presas. Um balde de água da pia, derramado em cima de todas.
Cada vez que elas usavam o pauzão 60 cm ou a abobrinha 40 cm, o squirt jorrava mais forte. A mãe, na cadeira, cavalgava o pauzão, squirt pingando na boca da titia que chupava as bolas. A prima, no colo da tia, sentia o pepino 20 cm batendo fundo, gozando sozinha.
— Isso aqui é o futuro da família — disse a mãe, gozando de novo, squirt jorrando na cara da prima. — 60 cm de putaria, abobrinha de 40 cm, pepino, tudo misturado.
As cinco riram, suadas, molhadas, presas umas nas outras. A titia apertou as correias mais uma vez. — Amanhã a gente usa tudo. E a prima aprende a chupar buceta de família.
A prima lambeu o resto do squirt do pauzão
— Tá… só porque é família… mas amanhã eu trago uma cenoura de 20 cm da feira.
A cadeira erótica da avó guardava mais segredos. E a festa, agora com cinco mulheres, não acabava nunca. Elas gozaram mais uma vez, todas juntas, squirt misturado, corpos tremendo na estrutura de madeira antiga.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A cadeira erótica

Codigo do conto:
272874

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
22/09/2026

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