A manhã seguinte trouxe uma nevoeiro suave que envolvia a academia como um véu de seda. Mei-Lin acordou no dormitório coletivo, um grande salão com trinta camas de madeira dispostas em fileiras, cada uma coberta apenas por um lençol de algodão fino. Ela abriu os olhos e por um momento esqueceu onde estava, até sentir o ar fresco na pele de suas coxas e lembrar que dormia nua da cintura para baixo, conforme as regras.
Ao seu redor, outras alunas já estavam acordadas, algumas se vestindo com suas blusas curtas, outras ainda deitadas, em grupos de duas ou três, se tocando preguiçosamente. Mei-Lin viu Wei em uma cama próxima, deitada de bruços, enquanto outra aluna massageava suas nádegas com óleo perfumado.
— Acordou, dorminhoca — Wei sorriu, virando o rosto. — Hoje é dia de aula de instrumentos. Você vai precisar de energia.
Mei-Lin se levantou, sentindo os olhares de algumas alunas em seu corpo. Sua buceta ainda estava sensível da chupada de ontem, e ela notou que estava ligeiramente molhada só de pensar na aula que viria. Ela vestiu sua túnica branca, que mal cobria sua barriga, e seguiu as outras para o banho coletivo.
O banheiro era uma construção de pedra com fontes termais naturais. As alunas entravam em grupos, lavando-se umas às outras com esponjas vegetais e sabão de amêndoa. Uma instrutora chamada Mestra Wu circulava entre elas, verificando se todas estavam adequadamente depiladas.
— Pernas abertas, Mei-Lin — Mestra Wu ordenou, ajoelhando-se à frente da jovem. — Preciso inspecionar sua depilação de ontem.
Mei-Lin abriu as pernas, sentindo o calor da água termal e o olhar clínico da instrutora. Mestra Wu passou os dedos sobre sua virilha, verificando se havia pelos remanescentes. Seus dedos deslizaram pelos grandes lábios, depois entre eles, abrindo levemente para inspecionar os pequenos lábios internos.
— Bem feito, mas precisa de retoque aqui — Mestra Wu apontou para a área ao redor do ânus. — Chen, venha demonstrar a técnica de depilação anal.
Chen, a aluna que havia depilado Mei-Lin no dia anterior, aproximou-se com uma lâmina nova e um potinho de cera quente. Mei-Lin foi obrigada a apoiar as mãos na parede de pedra, arqueando as costas e oferecendo seu ânus para a turma que observava. A cera quente foi aplicada, e Mei-Lin gemeu quando foi arrancada, deixando sua região anal completamente lisa e sensível.
— Perfeito — Mestra Wu aprovou, passando a mão sobre a pele agora sem pelos. — Agora está pronta para os instrumentos de penetração. Sem pelos, a sensação é mais intensa.
Após o banho, as alunas seguiram para o Pavilhão do Prazer, uma construção circular no centro do campus. A sala era ampla, com esteiras espalhadas pelo chão de mármore e paredes cobertas de espelhos. No centro, uma mesa baixa exibia uma coleção impressionante de dildos de vários tamanhos, cores e materiais.
Mestra Li estava lá, vestindo um quimono de seda vermelha aberto, seus seios expostos e sua vagina brilhando com óleo.
— Sentem-se em círculo, meninas — ela ordenou. — Hoje damos início ao módulo de penetração. Começamos com os pequenos, para que nossas novatas se acostumem, e depois progredimos para os instrumentos de mestres.
Mei-Lin sentou-se entre Wei e uma aluna de cabelos ruivos chamada Jia, que vinha das províncias do norte. Ela observou enquanto Mestra Li pegava um dildo pequeno, do tamanho de um dedo mindinho, feito de jade verde e polido até brilhar.
— Este é o Beijo de Cereja — Mestra Li explicou, girando o objeto. — Para iniciantes absolutas, ou para estimulação do ponto G com precisão cirúrgica. Quem se oferece para demonstrar?
Uma aluna baixinha e tímida chamada Lin levantou a mão. Ela deitou-se na esteira central, abrindo as pernas. Mestra Li ajoelhou-se entre suas coxas e, sem cerimônia, enfiou o dildo de jade na buceta molhada de Lin. A aluna gemeu, arqueando as costas.
— Vejam — Mestra Li girava o objeto lentamente — como ela se abre para receber. O jade é frio inicialmente, mas esquenta com o calor do corpo. Lin, sinta o contato da pedra com suas paredes internas.
Lin gemia, suas mãos apertando os próprios seios. Mestra Li movia o dildo para dentro e para fora, num ritmo lento e constante, enquanto explicava sobre os músculos vaginais, sobre como contraí-los para aumentar o prazer, sobre como relaxar para receber objetos maiores.
— Agora, vocês praticam em pares — Mestra Li retirou o dildo, que brilhava com os fluidos de Lin. — Comecem com o Beijo de Cereja. As mais experientes, ensinem as novatas.
Wei pegou um dildo similar e puxou Mei-Lin para uma esteira no canto.
— Deite-se — Wei ordenou, sua voz autoritária mas gentil. — Vou ensinar você a receber.
Mei-Lin deitou-se, sentindo o ar fresco do pavilhão em sua pele. Wei ajoelhou-se entre suas pernas, primeiro lambendo sua buceta para lubrificá-la, depois posicionando a ponta do jade verde na entrada. Mei-Lin sentiu a pressão fria, estranha, e então o objeto entrava, lento e constante.
— Respire — Wei instruía. — Solte os músculos. Deixe entrar.
Mei-Lin respirou fundo, sentindo o dildo preenchê-la. Era diferente dos dedos, mais rígido, mais frio, mas a sensação era excitante. Wei começou a movimentá-lo, pequenas estocadas que iam ficando mais rápidas. Mei-Lin gemia, suas pernas tremendo ao redor da cintura de Wei.
— Agora vamos tentar o próximo tamanho — Wei sorria, retirando o jade pequeno. — Este é o Suspiro de Dragão. Mais grosso, mas ainda curto.
O segundo dildo era de madeira de sândalo, esculpido com anéis que ressaltavam em sua superfície. Wei o lubrificou na boca, chupando-o obscenamente enquanto Mei-Lin assistia, excitada. Então, a ponta foi posicionada e empurrada para dentro.
Mei-Lin gritou. Era mais grosso, sim, e os anéis criavam uma sensação de ondulação enquanto entravam. Wei girava o objeto, fazendo Mei-Lin se contorcer de prazer.
— Gosta disso? — Wei perguntava, empurrando mais fundo. — Sua buceta está tão apertada, tão quente. Vai gozar para mim?
Mei-Lin gozou, sim, com o dildo de madeira enterrado em sua vagina, suas paredes contraindo-se em espasmos ao redor do objeto. Wei retirou-o lentamente, beijando sua barriga, seus seios, sua boca.
— Agora o grande — Wei sussurrou. — O Devorador de Pecados. Mas primeiro, precisamos preparar você.
Mestra Li havia observado a progressão de Mei-Lin e aprovou com um aceno.
— Mei-Lin, venha ao centro — ela chamou. — É hora do desafio final da aula.
Mei-Lin foi ajudada a ficar de joelhos, apoiando as mãos no chão, em posição de cachorro. À sua frente, Mestra Li segurava um dildo enorme, preto e brilhante, do tamanho de um punho fechado e da grossura de um punho também. Era o Devorador de Pecados, usado apenas pelas alunas mais avançadas.
— Primeiro, a lubrificação natural — Mestra Li ordenou.
Duas alunas se aproximaram, uma de cada lado de Mei-Lin, e começaram a chupar sua buceta simultaneamente, uma de frente, outra por trás, lambendo também seu ânus. Mei-Lin gemia sem parar, sentindo duas línguas trabalhando sua intimidade, deixando-a molhada e escorrendo.
Quando estava completamente lubrificada, Mestra Li posicionou a ponta do dildo gigante na entrada de Mei-Lin.
— Respire fundo — ela instruiu. — E empurre como se estivesse fazendo força. Vai doer, mas depois vem o prazer supremo.
Mei-Lin empurrou, sentindo a enorme cabeça do dildo forçando sua entrada. Ela gritou, uma mistura de dor e prazer, enquanto o objeto lentamente entrava, esticando-a como nunca antes. Era intenso, quase demais, mas Mestra Li continuava empurrando, girando, até que metade do dildo estivesse enterrado em sua vagina.
— Vejam como ela recebe — Mestra Li falava para a classe. — A vagina é elástica, adaptável. Com treino, pode receber qualquer tamanho.
Mei-Lin estava em transe, sua cabeça jogada para trás, cabelos espalhados, boca aberta em gemidos guturais. O dildo começou a se mover, lentamente no início, depois mais rápido. Mestra Li estocava com força, fazendo Mei-Lin se mover para frente, seus seios balançando com cada impacto.
— Goza, Mei-Lin — Mestra Li ordenava. — Goza com o Devorador dentro de você. Liberte-se!
Mei-Lin gozou de uma forma que nunca imaginou possível. Seu orgasmo foi violento, fazendo-a chorar, urinar um pouco de tanta pressão, suas paredes vaginais espasmodando ao redor do dildo gigante. Ela desmaiou por alguns segundos, caindo de bruços, e Wei a segurou, beijando seu rosto suado.
— Muito bem — Mestra Li retirou o dildo lentamente, fazendo Mei-Lin gemer novamente. — Você passou no teste. Agora, aos dormitórios para o treinamento noturno.
A noite no Internato das Flores de Lótus tinha rituais próprios. Após o jantar, as alunas retornavam aos dormitórios, onde instrutoras especializadas realizavam verificações e treinamentos.
Mei-Lin estava em seu leito, ainda recuperada da aula intensa, quando Mestra Wu entrou com uma lanterna de óleo.
— Posição de inspeção — Mestra Wu anunciou para o dormitório. — Todas de costas, pernas abertas.
As trinta alunas do dormitório obedeceram, deitando-se em suas camas com as pernas abertas e dobradas, pés nos colchões, expondo completamente suas vaginas. Mestra Wu caminhava entre as camas, inspecionando cada uma com um espelho de mão e uma lanterna.
— Depilação adequada — ela anunciava ao verificar Mei-Lin. — Lubrificação natural presente. Sinais de uso de instrumentos. Aprovada.
Mas a inspeção era apenas o começo. Após verificar todas, Mestra Wu chamou duas instrutoras auxiliares, mulheres de vinte e poucos anos que eram graduadas da própria academia.
— Iniciem o treinamento lésbico diário — Mestra Wu ordenou, sentando-se em uma cadeira para observar. — Comecem com as novatas.
Wei e Mei-Lin foram as primeiras. As duas instrutoras, chamadas de Yu e Fen, aproximaram-se. Yu era alta e magra, com seios pequenos e mamilos escuros e grandes. Fen era mais baixa, curvilínea, com coxas grossas e uma buceta proeminente.
— Vocês duas, 69 — Yu ordenou. — E vocês devem sincronizar seus orgasmos. Quem gozar primeiro sem esperar a outra, será punida.
Mei-Lin e Wei se posicionaram em suas camas adjacentes, cabeça de uma entre as pernas da outra. Mei-Lin sentiu o cheiro intenso da buceta de Wei, molhada e quente, enquanto sua própria intimidade era explorada pela língua da amiga. Elas começaram a chupar uma a outra em sincronia, linguas dançando em clitóris, dedos enfiando em vaginas, gemidos abafados pela carne.
Ao redor, outras alunas faziam o mesmo. O dormitório se transformou em uma sinfonia de sexo, trinta mulheres se chupando em pares ou grupos, enquanto as instrutoras circulavam, corrigindo técnicas, orientando posições, às vezes participando.
Fen ajoelhou-se atrás de Mei-Lin, que estava de quatro sobre Wei, e começou a lamber seu ânus enquanto Mei-Lin chupava a buceta da amiga. A sensação de duas bocas em seus dois buracos fez Mei-Lin delirar de prazer.
— Boa técnica — Fen murmurava, enfiando a língua no ânus de Mei-Lin. — Mas precisa relaxar mais aqui. Aqui é onde o prazer supremo reside.
Yu, por sua vez, se deitou debaixo de Wei, chupando seus seios enquanto Wei era chupada por Mei-Lin. As quatro formavam uma cadeia de prazer, cada uma tocando e sendo tocada.
— Hora da verificação de tesão — Mestra Wu anunciou após vinte minutos.
As alunas foram obrigadas a parar, deixando-as no limite do orgasmo. Mestra Wu caminhou entre elas, tocando em clitóris inchados, em vaginas escorrendo, em seios duros.
— Mei-Lin, você está quase lá — Mestra Wu observou, esfregando o clitóris da jovem com dois dedos. — Mas ainda não. Você precisa aprender controle. Fen, use o instrumento de vibração nela.
Fen trouxe um objeto estranho, um dildo de bronze com uma manivela. Ao girar a manivela, o objeto vibrava e girava simultaneamente. Fen o posicionou na entrada de Mei-Lin, que estava deitada de costas, pernas abertas por Yu.
— Isso é o Massajador do Imperador — Fen explicou, enfiando o objeto. — Vai fazer você gozar até desmaiar, mas só quando Mestra Wu permitir.
O instrumento entrou, vibrando e girando dentro de Mei-Lin. Ela gritou, se contorcendo, mas Yu segurava suas pernas abertas, e Wei segurava suas mãos. Fen operava a manivela, aumentando a velocidade, enquanto Yu chupava seus seios.
— Não goze — Mestra Wu ordenava, observando o rosto contorcido de Mei-Lin. — Segure. Controle seu corpo.
Mei-Lin chorava de tesão, sua buceta sendo violentada pelo instrumento mecânico, seu clitóris pulsando. Ela queria gozar, precisava gozar, mas sabia que não podia sem permissão.
— Agora! — Mestra Wu gritou.
Mei-Lin explodiu, seu orgasmo sendo o mais intenso de sua vida. Ela ejaculou, jatos de fluido saindo de sua vagina ao redor do dildo girante, seu corpo convulsionando, seus olhos revirando. Ela desmaiou de verdade desta vez, por quase um minuto, e acordou sendo beijada por Wei, sentindo o gosto doce de suas próprias secreções nos lábios da amiga.
— Muito bem — Mestra Wu aprovou. — Todas dormam agora. Amanhã, aula de posições avançadas e sexo anal.
As alunas, exaustas e satisfeitas, se acomodaram em suas camas. Algumas ainda se tocavam preguiçosamente, outras já dormiam. Mei-Lin foi puxada por Wei para sua cama, e dormiram abraçadas, nudez contra nudez, enquanto a lua cheia entrava pelas janelas altas, banhando o dormitório de prata.
Nos dias seguintes, Mei-Lin se adaptou aos rituais do internato. Ela aprendeu a andar sem vergonha, sua buceta exposta balançando naturalmente a cada passo. Aprendeu a comer nas refeições coletivas enquanto alunas ao lado a tocavam debaixo da mesa. Aprendeu a estudar clássicos confucianos enquanto outra aluna a chupava por baixo da saia-tecido que usavam apenas durante as aulas teóricas.
Ela se tornou uma aluna dedicada, ansiosa por aprender cada técnica, cada posição, cada segredo do prazer feminino. E quando finalmente foi sua vez de usar o Devorador de Pec sozinhos, sem ajuda, fazendo outra aluna novata gozar e desmaiar de prazer, ela soube que havia encontrado seu lugar no mundo.
A Academia das Flores de Lótus continuava sua tradição milenar, formando mulheres eruditas e amantes excepcionais, e Mei-Lin, a garota tímida da aldeia de Qingxi, tornou-se uma de suas mais brilhantes estudantes, famosa por sua técnica de chupar bucetas molhadas e por sua capacidade de receber os maiores instrumentos de prazer sem nenhuma dificuldade.
E assim, entre os muros de pedra cinza, sob a sombra de cerejeiras e magnólias, a vida continuava, um ciclo eterno de aprendizado, prazer e amor entre mulheres, sem saias, sem calcinhas, sem vergonha, apenas pura e sublime celebração do corpo feminino em sua forma mais divina.
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