A Sandra estava lá. Sentada no mesmo sofá onde tudo tinha desabado na noite anterior, ela assistia a alguma coisa na TV com uma postura rígida, o olhar fixo na tela, sem esboçar absolutamente nenhuma reação. O semblante dela estava fechado, sério, quase impenetrável. Na mesinha de centro, os copos vazios e a garrafa de vinho tombada ainda guardavam as marcas do caos da véspera.
Assim que a gente apareceu no vão da porta, a Sandra nem virou o rosto com naturalidade; apenas moveitou os olhos de relance, soltando logo em seguida um suspiro arrastado e reclamando alto da dor de cabeça.
— Ai... que ressaca desgraçada — murmurou ela, massageando as têmporas com os dedos, com a voz abafada e cansada. — Acho que nunca mais na minha vida eu ponho uma gota de álcool na boca. Minha cabeça parece que vai explodir.
A Karine, ainda meio cambaleante, apoiou o ombro na parede e concordou com a cabeça, resmungando que também estava se sentindo um lixo.
Mas o que me pegou de jeito foi o silêncio dela. Aquele ar de quem não queria olhar muito fundo nos olhos de ninguém. Por um brevíssimo segundo, olhando para a frieza com que a Sandra agia, a minha mente deu um nó tão grande que eu realmente pensei: Ué... que estranho. Será que eu sonhei tudo isso?
A dúvida idiota durou exatamente o espaço de um suspiro.
Foi só a Sandra se mexer no sofá para ajeitar a blusa que o estômago deu uma reviravolta. O jeito como ela evitou o meu olhar direto, o rubor discreto que subiu pelas bochechas dela na mesma hora em que cruzou as pernas, e, principalmente, a lembrança nítida da textura da pele e dos gemidos da noite anterior deixaram claro como a luz do dia: não tinha sonho nenhum. Aquilo tinha acontecido de verdade, e agora a gente estava ali, pisando em um campo minado invisível, fingindo uma normalidade.
A Karine, ainda reclamando da dor de cabeça e resmungando que precisava de um remédio forte, se arrastou para o banheiro no corredor, fechando a porta.
A sala ficou subitamente silenciosa. Só restava o barulho da televisão chiando baixo e o som da respiração controlada da Sandra no sofá.
Fiquei estacado no meio da sala, sem saber muito bem onde colocar as mãos ou para onde olhar. A dúvida se havia sido um sonho tinha evaporado por completo, mas o peso da realidade agora era sufocante. Pela primeira vez desde a noite anterior, eu e a Sandra estávamos sozinhos, a centímetros de distância.
Ela continuava sentada, olhando para a tela da TV, mas dava para ver que o peito farto subia e descia mais rápido. A mão dela, apoiada na coxa, estava levemente fechada em punho, como se quisesse segurar o nervosismo.
Aproximei-me devagar da mesinha de centro para recolher a garrafa vazia, só para ter o que fazer. Foi nesse momento que a Sandra virou o rosto na minha direção. O olhar dela já não era mais de frieza ou de negação; estava carregado de uma intensidade perigosa, misturando a ressaca física com o eco de tudo o que a gente tinha vivido horas antes. Com um fio de voz, bem baixinho para a Karine não escutar do corredor, a Sandra murmurou sem desviar os olhos de mim:
— Vitor você... você lembra de tudo o que aconteceu ontem à noite... ou foi só o álcool falando pela cabeça daquela guria?
A pergunta caiu como uma bomba no meio da sala, reaceso o fogo instantaneamente e mostrando que o silêncio dela de mais cedo era pura fachada.
Fiquei mexendo na barra da camisa, olhando para o chão por causa da vergonha, me sentindo o moleque mais inexperiente do mundo naquele sofá.
— Eu... eu lembro sim — gaguejei baixo, sentindo o rosto queimar. — Lembro de tudo do filme... e de tudo o que aconteceu na sala também. Não foi sonho, né?
A Sandra continuou me encarando fixamente, com os olhos pesados e brilhando na sala. Ela deu um suspiro fundo, ajeitou a blusa sobre os peitos fartos e balançou a cabeça devagar, como se estivesse admitindo uma derrota para si mesma.
— Não, Vitor... não foi sonho nenhum — ela respondeu com um fio de voz, passando a mão trêmula pelas têmporas para tentar aliviar a dor de cabeça. — Infelizmente, aconteceu tudo aquilo de verdade.
Engoli em seco, com o coração disparado na garganta, tentando criar coragem para falar o que a própria Karine tinha me contado antes. Respirei fundo e soltei, tentando soar o mais sincero possível:
— Sabe... a Karine conversando comigo... Ela disse que ficou com uma pena enorme da senhora, vendo o quanto a senhora tava sofrendo sozinha, travada e sem conseguir sentir nada há tanto tempo. Foi por isso... foi por isso que ela teve essa ideia toda doida de deixar a janela aberta, de trazer o filme pra cá... ela só queria ver a senhora melhor, de verdade.
A Sandra arregalou levemente os olhos ao ouvir aquilo. O semblante severo de mãe desmoronou por completo, dando lugar a uma expressão de profundo espanto e, ao mesmo tempo, de uma vulnerabilidade. Os lábios dela tremeram de leve antes de conseguir responder.
A Sandra abaixou a cabeça, encarando as próprias mãos por alguns segundos, com os lábios comprimidos. Quando voltou a olhar para mim, a voz saiu pesada, carregada de um misto de culpa e exaustão:
— Isso foi uma loucura, Vitor. Não pode acontecer de novo. Esquece tudo o que a gente falou, bota uma pedra em cima disso. Não pode continuar assim.
Assenti com a cabeça rapidamente, meio sem graça, concordando com ela só para acalmar os ânimos e tentar apagar o fogo que ainda queimava no meu peito.
Foi bem nessa hora que a porta do banheiro se abriu. A Karine saiu de lá já de cara limpa, com o cabelo preso numa presilha e parecendo bem mais disposta. O mais estranho foi que ela agiu com uma naturalidade absurda: não falou absolutamente nada sobre a noite anterior, como se a nossa conversa de há pouco nunca tivesse existido. A Sandra também fechou o bico na mesma hora, erguendo-se do sofá para ir mexer nas coisas da cozinha com um semblante sério e distante.
O domingo passou arrastado, seguindo um ritmo totalmente normal por fora, mas com uma tensão invisível cortando o ar da casa. A Sandra passou o dia inteiro limpando e arrumando tudo o que podia, enquanto eu e a Karine ficamos jogados no sofá assistindo à TV.
Em um momento em que a mãe dela estava distraída lavando a louça, a Karine se virou para mim, suspirou fundo e comentou bem baixinho, quase num sussurro:
— Sabe, Vitor... eu tô um pouco arrependida do que aconteceu ontem. Pensando bem hoje com a cabeça fria, acho que a gente passou dos limites. Fui longe demais com a minha mãe...
Apertei o ombro dela e tentei passar segurança: — Relaxa, amor... Tá tudo bem. Você só fez isso porque queria ver ela melhor, ajudar ela a sair daquela seca. Fica tranquila, finge que nada aconteceu e logo isso sai da cabeça da gente.
Ela ficou pouco mais aliviada com o que eu disse, e a rotina seguiu o seu curso até o anoitecer.
Naquela mesma noite, o clima virou e esfriou um pouco. Depois da janta, para aproveitar o friuzinho, a gente resolveu pegar uma manta para assistir TV na sala com as luzes apagadas. A Karine deitou de conchinha comigo no sofá, com o corpo colado no meu, enquanto a Sandra estava sentada na poltrona ao lado, enrolada numa mantinha também escura para se esquentar.
Com o rabinho gostoso da Karine encaixado bem em cima da minha virilha e a mente inundada pelas lembranças explícitas da noite anterior, o meu pau não demorou dois segundos para começar a reagir, estufando e ficando duro contra o tecido da bermuda.
A Karine percebeu o volume na hora. Ela levantou por um minutinho, fingindo que ia ajeitar alguma coisa, e voltou logo em seguida. Quando se acomodou de volta no sofá, começou a se mexer bem devagar, tirando a própria bermuda de fininho. Pelo tato e pelo toque da pele nua dela contra a minha perna, saquei na mesma hora o que estava rolando: ela tinha voltado sem calcinha.
O meu coração deu um pulo na garganta. Sem fazer nenhum movimento brusco, com as luzes na sala desligadas — iluminados apenas pela luz fraca e azulada da televisão —, fui desabotoando e empurrando a minha bermuda para baixo com todo o cuidado do mundo. Como a Sandra estava na poltrona ao lado, enrolada na manta e focada na tela, era quase impossível para ela perceber o que a gente tava armando ali bem embaixo do cobertor.
O meu pau estava latejando, duro que nem pedra, louco para entrar e foder com ela ali mesmo, no meio da sala escura. Com todo o cuidado do mundo, fui guiando a cabeça do cacete bem no meio da bunda dela. A Karine foi se ajeitando, abrindo espaço e deixando o meu pau entrar devagarzinho, centímetro por centímetro, naquele aperto gostoso.
Quando entrei tudo, afundando até o talo, deixei ele lá dentro parado por alguns segundos, sentindo o calor e a pressão do corpo dela, antes de começar a me movimentar de forma bem lenta e compassada. A Karine manteve o rosto virado para a frente, fixando o olhar na tela da TV com uma força danada para não demonstrar nenhuma reação e disfarçar qualquer gemido.
Depois de um tempinho nesse ritmo abafado, como a minha cabeça estava um pouco acima da dela, consegui erguer o olhar e conferir o que estava acontecendo na poltrona ao lado. Gelou até a espinha. A Sandra estava com os olhos grudados na gente, assistindo a tudo.
Na mesma hora, levei um susto, desviei o olhar rápido e dei uma travada, parando de me movimentar, mesmo que estivesse indo de leve. Mas a Karine, sentindo que eu tinha parado, não aguentou o pique: soltou um suspiro abafado, empinou mais o quadril e começou a rebolar sozinha no meu pau bem devagar, me forçando a continuar, porém o tesão era tanto que gozei logo.
Com a gozada ainda ecoando pelo corpo e o coração batendo forte no peito, mantive a respiração o mais controlada possível para não dar na pista de nada. A Karine, com uma rapidez impressionante, ajeitou a bermuda no corpo e, fingindo uma naturalidade que exigia um esforço danado, levantou do sofá e seguiu direto para o banheiro.
Fiquei lá estendido no sofá, com o olhar perdido na tela da TV, enquanto a Sandra continuava na poltrona ao lado, o rosto meio na sombra, mas com aquela presença pesada pairando no ar.
Poucos minutos depois, a porta do banheiro rangeu e a Karine voltou. Só que dava para ver de longe que ela estava com a energia diferente: andava de um lado para o outro na sala, puxava a ponta da blusa, claramente inquieta, remoendo o que tinha acontecido. O silêncio na sala estava sufocante, até que ela decidiu quebrar o gelo de vez.
Parou em pé bem no meio da sala, respirou fundo e olhou direto para a mãe:
— Mãe... sobre ontem à noite... — a voz da Karine saiu um pouco travada, mas firme o suficiente para atrair toda a atenção. — Eu sei que a gente bebeu demais com aquele vinho, acabou perdendo a noção das coisas e passou um pouco do ponto... Mas, falando sério... aquilo de ontem... ajudou em alguma coisa? Serviu para aliviar um pouco?
A Sandra, que estava com os braços cruzados sobre os peitos fartos, deu um sobressalto leve com a pergunta direta. Ela evitou encarar a filha de imediato, abaixou o olhar para as próprias mãos e soltou um suspiro longo, que parecia carregar o peso de anos de solidão.
O clima na sala despencou para um nível de tensão absurdo. Eu segurei o ar, olhando de relance para a minha sogra, tenso para ver qual seria a resposta dela.
A Sandra engoliu em seco, mexeu a cabeça de um lado para o outro e, com um fio de voz quase inaudível, confessou:
— Olha... eu sei que é errado, sei que não devia... — ela começou, balançando a cabeça com um misto de culpa e vergonha, antes de erguer os olhos e encarar a filha com sinceridade pura. — Mas... sim, filha. Ajudou. Fazia anos... tantos anos que eu não sentia esse calor, essa agitação por dentro, esse tesão gostoso de novo... A casa é tão vazia, o dia a dia é tão pesado, que ver vocês ali... acabou acordando alguma coisa em mim que eu achava que já tava morta.
A confissão crua da Sandra caiu na sala como uma bomba silenciosa. A Karine ficou estática, digerindo aquelas palavras, e a barreira final entre nós três parecia ter desabado de vez.
— Mãe, olha para mim... — a voz dela saiu mansa, sem nenhum vestígio de julgamento. — Não precisa ficar com vergonha nem se culpar desse jeito. Eu e o Vitor a gente conversou, e eu fiquei com o coração apertado de ver a senhora nessa solidão toda, trancada nessa rotina há tanto tempo.
A Sandra engoliu em seco, com os olhos marejados de leve, mas ouvindo com atenção.
— Se ver a gente daquele jeito te ajudou a aliviar um pouco, a sentir esse calor de novo... então fica em paz — continuou a Karine, apertando de leve as mãos da mãe. — A gente não vai mais se trancar às escuras nem fingir que nada tá acontecendo. Se isso te traz um pouco de alívio e te faz bem, a gente não vê mal nenhum nisso. A senhora merece ser feliz e sentir prazer também, mãe.
— Entrar no quarto e participar direto... aí já é demais, filha — a Sandra respondeu, balançando a cabeça devagar, com a voz meio trêmula. — Eu respeito demais o espaço de vocês dois, sou mãe de vocês. Não quero estragar nada ou fazer uma besteira que a gente vá se arrepender depois.
A Karine fez um biquinho de quem achava a cautela da mãe um pouco exagerada, mas deu espaço A Karine abriu um sorriso largo, parecendo achar a proposta da mãe perfeitamente razoável e, ao mesmo tempo, extremamente excitante.
— Sabe que não é uma má ideia, mãe? — a Karine respondeu, animada com a perspectiva. — Fica tudo às claras, sem nenhum clima de segredo ou culpa. A gente faz, e a senhora assiste de camarote, bem pertinho, do seu jeito.
Da ponta do sofá, eu escutava tudo aquilo com o coração batendo na garganta. A ideia da Sandra — de assistir de perto, na cozinha com a janela aberta, mas sem participar fisicamente — parecia um acordo secreto assinado entre nós três. De repente, a fantasia inalcançável tinha virado uma regra oficial da casa.
O silêncio reinou por alguns segundos na sala, até que a Karine abriu um sorriso atrevido. Aquele olhar de quem não deixava nada para depois tomou conta do rosto dela.
— Quer saber, mãe? — a Karine falou, levantando do sofá num pulo, com uma energia nova. — Por que a gente vai esperar até o fim de semana? A gente já tá aqui, o clima tá solto, o combinado já tá feito. Vamos testar isso agora.
A Sandra deu um sobressalto, arregalando os olhos, com o rosto fervendo de vergonha, mas não disse um "não". Ela só respirou fundo e apertou as mãos no colo, o peito subindo e descendo rápido, entregue à ideia.
A Karine me puxou pela mão. Fomos direto pro puxadinho nos fundos. Assim que entramos no quarto, ela não perdeu tempo: foi até a janela sanfonada e escancarou de vez. Sem cortina, sem fresta, sem esconderijo. O vão da janela da cozinha ficou totalmente livre.
O tesão misturado com a adrenalina me bateu com tanta força que tirei minha roupa em dois segundos. Deitei na cama de barriga para cima, e o meu pau já tava trincado, duro feito pedra, apontado pro teto, latejando só de imaginar a loucura que a gente tava prestes a fazer.
Logo em seguida, a luz da cozinha acendeu. A Sandra apareceu na moldura da janela. Como o chão do nosso quarto ficava uns dois degraus mais baixo, a visão que eu tinha da cama era perfeita: ela se encostou no balcão da pia, e do meu ângulo, eu via a Sandra ela estava com soutien, e ao se escorar na beirada, os peitões fartos dela ficaram prensados e super marcados no sutiã, quase transbordando para fora. O olhar dela desceu direto pra cama, cravando bem em mim e no meu cacete duro. Dava para ver os seios dela subindo e descendo, a respiração ofegante, completamente hipnotizada.
A Karine, que já tinha tirado a roupa toda, viu a mãe posicionada e decidiu dar um show. Ela sabia exatamente o que tava fazendo. Em vez de deitar do meu lado, ela subiu na cama e engatinhou por cima de mim, ficando de costas pro meu rosto. Ela armou um 69 perfeito.
A bunda redondinha e gostosa dela parou bem em cima do meu nariz, e a bucetinha, já brilhando de tão molhada, ficou arreganhada a centímetros da minha boca. Enquanto isso, a cabeça da Karine desceu direto pro meu pau.
Ela abocanhou com vontade. A primeira chupada foi funda e barulhenta, um som úmido que ecoou no quarto abafado e chegou limpinho lá na cozinha. Eu soltei um gemido rouco.
A cena era um absurdo de tão excitante. Se eu olhasse para baixo, estava com a cara enfiada no meio das pernas da Karine, metendo a língua com vontade no grelinho dela, chupando e sentindo o gosto daquela bucetinha quente que já tava pingando de tesão. Se eu levantasse um pouco os olhos, a visão era ainda mais louca: a Karine mamando o meu pau com gosto, fazendo a cabeça balançar pra cima e pra baixo, e logo atrás, na moldura da janela, a Sandra.
A minha sogra assistia a tudo de camarote. Ela estava paralisada, com os olhos vidrados na boca da filha engolindo o meu cacete. Os peitões dela balançavam de leve com a respiração pesada, e eu vi claramente quando a mão dela, trêmula, desceu lentamente e sumiu para baixo da borda da janela, no escuro da cozinha. Ela não estava só assistindo; o calor tinha batido forte nela também.
A Karine começou a chupar mais rápido, chupando as minhas bolas e depois subindo a boca até a cabeça do pau, fazendo um barulho obsceno, enquanto gemia abafado contra a minha pele, sabendo perfeitamente o efeito que aquilo tava causando na mãe dela — e em mim.
Com o calor subindo e o quarto pegando fogo, a Karine percebeu que, na posição de 69 tradicional, a mãe lá na cozinha podia perder alguns detalhes da nossa intimidade. Querendo dar um espetáculo ainda melhor para a Sandra, a própria Karine resolveu mudar de estratégia.
— Espera aí... — ela sussurrou, tirando a boca do meu pau com um estalo úmido e limpando os lábios com as costas da mão. Com os olhos brilhando de tesão e um sorriso malicioso, ela olhou na direção da janela, onde a silhueta da Sandra e aqueles peitões fartos continuavam ofegantes — Deixa eu ajeitar isso aqui para minha mãe enxergar bem tudo o que ela tem direito.
Com o meu cacete latejando, duro feito aço, apontado diretamente para a claridade da janela. A Karine montou em cima de mim, de costas para a mão, sentando-se com a bunda empinada bem na altura da minha bariga. Nessa posição, o corpo dela não bloqueava em nada a visão da Sandra; pelo contrário, funcionava como uma moldura perfeita.
A Karine se inclinou para a frente, apoiando as duas mãos e os cotovelos no colchão, empinando a bunda redondinha e a bucetinha aberta e ensopada direto na direção da janela da cozinha.
— Olha lá, mãe... tá dando para ver direitinho? — provocou a Karine, soltando uma risadinha safada que ecoou pelo quarto.
Da janela, veio a voz da Sandra, um pouco trêmula, mas carregada de uma urgência que ela já nem tentava esconder:
— Tá... tá dando para ver tudo, filha... que loucura..
A Karine não esperou mais nada. Ela ergueu um pouco o quadril, encaixou a cabeça do meu pau na entrada da bucetinha e desceu com tudo de uma vez só. O som do corpo batendo e a carne estalando ecoou pelo puxadinho. Eu soltei um gemido grave que tremeu o peito, sentindo o calor daquele aperto me abraçar até o talo.
— Isso... fode gostoso, Vitor! Mostra pra minha mãe como você me come! — gemia a Karine, começando a rebolar num ritmo frenético, descendo e subindo de forma desordenada, com o cabelo loiro balançando e os peitões pequenos balançando.
Como a Karine estava cavalgando virada para a janela, eu segurei firme nas nádegas dela puxando com força para controlar o ritmo das estocadas. A cada investida minha de baixo para cima, o corpo dela ia de encontro ao meu, e o meu pau afundava fundo, fazendo a Karine revirar os olhos e gemer alto, sem se importar se a vizinhança inteira pudesse ouvir.
Levantei o olhar e encarei a janela. A Sandra estava com as mãos para baixo, com certeza em uma masturbação frenética, os peitões fartos pulsando de nervosismo e tesão os olhos arregalados acompanhando cada estocada, cada vez que o meu quadril batia na bunda da filha. A respiração dela estava tão alta que dava para escutar de dentro do quarto.
— Mãe... entra na brincadeira com a gente... fala alguma coisa... — implorou a Karine, ofegante, rebolando ainda mais rápido no meu pau, quase perdendo o fôlego.
A Sandra engoliu em seco, o rosto completamente corado, e com a voz rouca e trêmula, soltou da janela:
— Minha nossa... que coisa linda... Mete fundo nela, Vitor... faz ela gozar...
Karine jogou a cabeça para trás, arfando pesadamente, e implorou, com a voz embriagada de tesão:
— Fala mais, mãe... Não para de falar! Fala o que você tá vendo, o que você tá sentindo aí sozinha! Diz pro Vitor como a minha buceta é gostosa!
A Sandra deu um passo ainda mais para a frente, colando quase o corpo inteiro na moldura da janela. Os peitões fartos, espremidos contra o balcão da pia, subiam e desciam descompassados com a respiração curta e desesperada dela. O rosto da minha sogra estava completamente afogueado, os lábios entreabertos, completamente entregues àquela loucura.
Com a voz trêmula, rouca e carregada de uma urgência que há anos estava guardada, a Sandra começou a narrar, soltando as amarras de vez:
— Aaaa... eu tô vendo tudo... — a voz dela ecoou pelo quarto, pingando desejo. — Eu tô vendo o pau dele afundando todinho em você, filha... Olha como ela tá apertada, Vitor... A bunda dela balançando... Meu Deus, que inveja de você, Karine... Ele fode tão gostoso... Dá vontade de estar aí no teu lugar, sentindo esse cacete rasgar a gente por dentro!
As palavras da Sandra funcionaram como gasolina pura jogada direto no fogo da nossa foda. Ouvir a minha própria sogra dizendo aquilo, com a voz melada de tesão, descrevendo a cena e confessando a vontade de estar no lugar da filha, fez a minha mente dar um nó completo.
A Karine soltou um gemido estridente, arqueando as costas com tanta força que quase perdeu o equilíbrio em cima de mim. Os olhos dela brilhavam de excitação por ver a mãe naquele estado.
— Ai... eu não aguento mais... — a voz dela soava rouca, quase chorosa de tanto tesão. — A minha buceta tá fervendo aqui! Tá tão molhada, tão encharcada, tão inchada e apertada que mal cabe o dedo... Ai, caralho... eu tô quase gozando só de ver vocês! Não param, por favor, não param! Continua fodendo ela assim, Vitor!
Ouvir a confissão explícita da minha sogra, dizendo que estava se masturbando na pia e prestes a gozar com a nossa foda, foi um tiro de misericórdia na minha sanidade. O meu pau, que já estava no limite, deu um pulo violento lá dentro da Karine.
A Karine virou o rosto para trás, olhando para a janela com os olhos arregalados de puro êxtase, rindo e gemendo ao mesmo tempo, completamente fora de si com a reação da mãe.
— Goza, mãe! Goza com a gente! — gritou a Karine, rebolando com ainda mais força e desespero no meu pau, fazendo a nossa pele estalar alto.
A Sandra soltou um gemido abafado lá na cozinha, arqueando o corpo contra o balcão. Pela fresta da luz, deu para ver nitidamente os ombros dela tremerem e as pernas se fecharem com força enquanto o orgasmo varava o corpo dela, completamente entregue àquela cena proibida.
Vendo a Sandra se desmanchar em um gozo solitário na pia e sentindo o aperto absurdo da Karine cavalgando em mim, perdi totalmente o controle. Apertei a bunda da Karine com tanta força que meus dedos afundaram na carne dela, juntei o resto das minhas forças e comecei a estocar fundo, sem dó, buscando o meu próprio limite.
— Vou gozar, Karine! Vou descarregar tudo! — avisei, com a voz rouca, rasgando a garganta.
A Karine se contraiu inteira em cima de mim, soltando um grito abafado enquanto o ápice dela batia junto com o meu. Soltei as últimas estocadas profundas e descarreguei tudo bem fundo, jorrando quente dentro dela, enquanto os gemidos da minha namorada e os suspiros ofegantes da minha sogra ecoavam juntos por todo o quarto.
